- Oscar Schmidt, maior jogador da história do basquete brasileiro, morreu aos 68 anos.
- Em 2016, ele participou do Fantástico, no quadro “O Que Vi da Vida”, revelando lições sobre carreira, amor e vida.
- Na infância, quis ser jogador de futebol, mas seguiu no basquete; conheceu a esposa Cris durante a recuperação de uma lesão, e o namoro virou casamento duradouro.
- O momento mais marcante da carreira foi a vitória contra os Estados Unidos no Pan-Americano de 1987; ele também citou a batalha contra o câncer, que ensinou a aproveitar a vida.
- O velório e o enterro serão restritos à família e a amigos.
Oscar Schmidt, ícone do basquete brasileiro, morreu aos 68 anos. A morte foi confirmada pela família e marcou o fim de uma trajetória que fez história no esporte nacional. Em 2016, ele participou do Fantástico no quadro O Que Vi da Vida, compartilhando memórias sobre carreira, amor e lições de vida.
Na entrevista, o ex-atleta contou que, na infância, desejava ser jogador de futebol, mas optou pelo basquete por achar-se desengonçado para o outro esporte. Essa escolha foi apontada como o ponto de virada que moldou sua trajetória esportiva.
Outro relato relevante foi sobre o início do relacionamento com a esposa Cris. Ela o ajudou durante uma fase de recuperação de uma lesão, sem a intenção inicial de envolvimento amoroso, mas o namoro evoluiu para um casamento que durou décadas.
Carreira e lições
Schmidt apontou a vitória histórica sobre os Estados Unidos no Pan-Americano de 1987 como o momento mais marcante de sua carreira, destacando o significado daquele triunfo. Sobre a saúde, o câncer enfrentado anos depois foi revelado como uma experiência que ensinou a valorizar mais a vida.
A família de Oscar prestou agradecimentos pela carreira e pela trajetória pessoal. Em nota divulgada pela família, o luto é confirmado e não houve detalhamento sobre cerimônias públicas. Velório e enterro foram anunciados como restritos a familiares e amigos próximos.
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