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Oscar Schmidt: números, jogos e recordes de lenda do basquete mundial

Morre Oscar Schmidt, lenda do basquete brasileiro, aos 68 anos, vítima de parada cardíaca

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  • Nesta sexta-feira (17), morreu Oscar Schmidt, aos 68 anos, vítima de parada cardíaca, lenda do basquete brasileiro.
  • O jogador recusou a NBA para seguir defendendo a seleção brasileira, tornando-se um dos maiores arremessadores da história e recebendo o apelido de “Mão Santa”.
  • Em 29 anos de carreira, somou 49.737 pontos em 1.615 jogos, com média de 30,7 pontos por jogo; foi o maior pontuador da NBA até 2024, quando LeBron James superou esse recorde.
  • Foi campeão olímpico com o Brasil e o maior pontuador da história dos Jogos Olímpicos, com 1.093 pontos em cinco edições. Também conquistou ouro em três edições do Campeonato Sul-Americano e o título dos Jogos Pan-Americanos de Indianápolis, em 1987.
  • Pelos clubes, teve nove títulos pelo Palmeiras, dois pelo Flamengo e conquistas por Mackenzie, Corinthians e Caserta; no Sírio, fechou a temporada de 1979 com o Mundial Interclubes, além de Sul-Americano de Clubes, Brasileiro e Paulista.

Nessa sexta-feira, 17, foi anunciada a morte de Oscar Schmidt, lenda do basquete brasileiro. Aos 68 anos, ele morreu após sofrer uma parada cardíaca.

O ex-jogador recusou a NBA para continuar defendendo a Seleção Brasileira. Conhecido como “Mão Santa”, consolidou-se como um dos maiores arremessadores da história.

Em 29 anos de carreira, Schmidt marcou 49.737 pontos em 1.615 jogos, média de 30,7 por partida. Foi campeão olímpico e continental, mantendo o recorde histórico de pontuação em Olimpíadas por anos.

Ao longo da carreira, ele conquistou nove títulos pelo Palmeiras, além de conquistas com Flamengo, Mackenzie, Corinthians e Caserta (Itália). Seu maior título de clube veio pelo Sírio, em 1979.

Recordes e legado

Pelo Brasil, Schmidt somou três títulos mundiais no Sul-Americano, além de ter sido essencial na conquista dos Jogos Pan-Americanos de Indianápolis, em 1987, com vitória sobre os EUA.

Na mesma edição de 1987, em 23 de agosto, o Brasil superou uma desvantagem de 20 pontos com 46 pontos dele. Ele também é o maior pontuador da história olímpíca, com 1.093 pontos em cinco edições.

Entre clubes, o brasileiro soma oito grandes troféus nacionais e internacionais, destacando-se o Mundial Interclubes de 1979 com o Sírio, além de Sul-Americano de Clubes, Brasileiro e Paulista.

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