- Oscar Schmidt recusou a possibilidade de jogar na NBA em 1984, quando o New Jersey Nets fez a proposta, já que a FIBA restringia jogadores da NBA de defender as seleções.
- Na época, defendia o Juvecaserta, da Itália, e afirmou que a paixão pela Seleção Brasileira era maior que a oportunidade nos Estados Unidos.
- Em 1987, três anos depois da recusa, o Brasil venceu o Pan-americano em Indianápolis, com vitória sobre os Estados Unidos.
- Em 1989, a FIBA permitiu que jogadores da NBA atuassem pela seleção, mas o ex-jogador disse que, mesmo se fosse chamado, recusaria novamente.
- Ao longo da carreira, atuou por diversos clubes, incluindo Palmeiras, Sírio, América do Rio, Juvecaserta, Pavia, Forum Valladolid, Corinthians, Bandeirantes, Mackenzie/Microcamp e Flamengo.
Oscar Schmidt recusou uma transferência para a NBA em 1984, quando o New Jersey Nets fez a contratação que despertou o interesse da liga norte-americana. A impedimento veio da regra da FIBA, que na época restringia a participação de jogadores de ligas estrangeiras pela seleção.
Naquele momento, o atacante defendia o Juvecaserta, da Itália. Mesmo com o convite da NBA, ele optou por continuar atuando pela Seleção Brasileira, mantendo o foco no compromisso com o elenco nacional.
Quase três anos depois, em 1987, o Brasil conquistou o Pan-americano disputado em Indianápolis, vencendo os Estados Unidos na final. O feito é lembrado como um marco da trajetória de Schmidt e da equipe brasileira.
Em entrevista concedida à CNN em 2024, Schmidt afirmou que a NBA não tinha igual ao orgulho de defender a Seleção e que a recusa foi firme, reforçando que a regra da época tornava improvável uma participação futura.
Anos depois, a FIBA autorizou que atletas da NBA jogassem por suas seleções, em 1989. Mesmo com a mudança, Schmidt disse que, caso fosse convidado novamente, manteria a negativa, argumentando que já estava perto do fim da carreira naquele momento.
Ao longo da carreira, o jogador atuou por clubes como Palmeiras, Sírio, América do Rio, Juvecaserta, Pavia, Forum Valladolid, Corinthians, Bandeirantes, Mackenzie/Microcamp e Flamengo, consolidando-se como ícone do basquete brasileiro.
Fonte: Portal Terra
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