- Os Mets, segundo time com maior folha de pagamento na MLB (US$ 381 milhões), perderam a 11ª partida seguida, sendo varridos pelo Cubs pela terceira série consecutiva.
- O treinador Carlos Mendoza disse que 11 derrotas é muito e que é preciso encontrar um caminho.
- No jogo de domingo, o Mets saiu na frente, 1 a 0, mas Michael Conforto empatou para o Cubs no nono.
- Pete Crow-Armstrong marcou a vitória dos Cubs no décimo, em sacrifício de Nico Hoerner.
- Francisco Lindor afirmou que “esse sentimento é péssimo”; o time tem a pior marca da liga, 7-15, após a derrota, e depende de volta de Juan Soto, ainda sem milagres.
A equipe de Nova York enfrentou mais uma derrota. O Mets, segunda equipe com maior folha de pagamento na MLB, no valor de 381 milhões de dólares, perdeu pela 11ª vez consecutiva, sendo varrido pela terceira vez em séries, desta vez pelos Chicago Cubs.
O treinador Carlos Mendoza disse que a sequência de derrotas é expressiva e que a franquia precisa encontrar um caminho, sem esperar misericórdia de ninguém. A cobrança interna aumenta conforme o time não consegue emplacar vitórias.
No jogo, o Mets chegou a liderar 1 a 0 até a parte alta da nona entrada, quando o ex-jogador Michael Conforto empatou para o Cubs. Na 10ª, Pete Crow-Armstrong anotou a corrida da vitória em uma jogada de sacrifício de Nico Hoerner.
Francisco Lindor descreveu o momento como frustrante, reconhecendo o peso da sequência negativa. A expectativa é de retorno de Juan Soto na próxima semana, porém o curto prazo não deve mudar o ritmo da equipe, segundo o próprio elenco.
A campanha recente intensifica o rastro de má fase. Após a derrota de domingo, o Mets interrompeu uma sequência de 7 vitórias contra 15 derrotas, a pior marca da Liga. O time trocou veteranos e parte da comissão técnica na temporada passada, mas o desempenho atual evidencia novos desafios.
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