- O Cardinals surpreendeu ao selecionar Jeremiyah Love, terceiro na primeira rodada, tornando-se o RB mais bem colocado desde Saquon Barkley em 2018.
- O Rams foi ousado ao escolher Ty Simpson aos quinze dias da primeira rodada, sinalizando plano de futuro com o herdeiro de Matthew Stafford.
- Rueben Bain Jr. caiu para os Buccaneers na posição quinze, aumentando as possibilidades do esquema de Todd Bowles para pressão e versatilidade na defesa.
- Além de Bain, o Giants chamou atenção ao eleger Arvell Reese no quinto lugar, juntando talento a Abdul Carter, com possibilidade de uso em várias funções no front.
- No Day Two, a expectativa é de que Treydan Stukes seja o primeiro cornerback/defensive back a ser escolhido, com papel multifuncional nas defesas modernas.
A NFL Draft de 2026 abriu com surpresas moderadas, mas manteve o equilíbrio entre previsões e movimentos inesperados. Na primeira rodada, o Raiders ficou com a escolha 1, mantendo a lógica já esperada, enquanto o Jets confirmou o order de seleção com o pass rusher David Bailey. Já o Cardinals rompeu o padrão ao escolher Jeremiyah Love, running back, tornando-o o mais bem posicionado na posição desde Saquon Barkley em 2018.
Logo depois, a Rams realizou uma jogada ousada ao escolher Ty Simpson, quarterback do Alabama, na 13ª posição. A aposta sinaliza foco no futuro, com Simpson visto como possível herdeiro de Matthew Stafford. O Seahawks encerrou o round com Jadarian Price, fechando o grupo de primeiras escolhas de forma curiosa e com várias trocas em atuação.
Repercussões e destaques do Round 1
Os analistas Ted Nguyen, Dan Pompei e Mike Sando comentaram sobre os encaixes mais fortes da noite. Nguyen destacou a queda de Caleb Downs para o Cowboys, que aproveitou a oportunidade com troca para buscá-lo. O defensor pode atuar como nickel, explorando a versatilidade do esquema que gosta de jogadores de linha secundária.
Pompei apontou Blake Miller, tackle de Clemson, como resposta da Lions para substituir Taylor Decker, entranhando-se no perfil de treino do técnico Brad Holmes. Miller é visto como titular já no início da temporada, com potencial para sustentar a posição por anos.
Sando, por sua vez, avaliou Sonny Styles de Ohio State como peça-chave para a linha defensiva dos Commanders, trazendo liderança jovem para a defesa enquanto Trevor Wagner se aproxima do fim da carreira.
Surpresas do draft e perguntas para Day 2
Outra surpresa foi Rueben Bain Jr., defensive end de Miami, caindo para o Buccaneers na 15ª posição. Bain é visto como encaixe criativo para Todd Bowles, com versatilidade de posições e slants na blitz, reduzindo preocupações sobre o tamanho de braço curto.
Para o Giants, a escolha de Arvell Reese no top-5 foi estratégica, já que ele é a maior avaliação entre os não-quarterbacks. A soma de Reese com Abdul Carter, Brian Burns e Kayvon Thibodeaux sugere um front de pass rush temático, com possibilidade de rotação e troca futura.
Sando destacou ainda o Rams optando por quarterback e abriu espaço para discutir como isso afeta o wide receiver, caso Puka Nacua tenha problemas fora do campo. A pergunta persiste sobre o que acontecerá na linha de recebedores.
Olhares sobre decisões de equipes e próximos passos
Nguyen elogiou a Bears, que reforçou a defesa com Dillon Thieneman para frente de Chicago. Pompei avaliou a corrida de Bain como fator positivo para o Buccaneers, que busca reverter a queda de desempenho recente. Sando reforçou a ideia de que Kansas City compensou danos defensivos com escolhas estratégicamente fortes.
Para o Day 2, Nguyen aposta que Treydan Stukes, cornerback de Arizona, será o primeiro defensive back escolhido, por sua versatilidade entre nickel, free safety e eventualmente outside corner.
Perspectivas para o complemento do draft
O draft continua com foco em posições defensivas e na flexibilidade tática de cada elenco. A expectativa é de que novas trocas tragam mais surpresas, definindo quem se estabelecerá como força dominante na temporada seguinte.
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