- Brandon Clarke, ala-pivô do Memphis Grizzlies, morreu aos 29 anos; a causa da morte não foi divulgada pelo time.
- Canadense nascido em Vancouver, Clarke chegou à NBA em 2019, após ser draftado na 21ª posição pelo Oklahoma City Thunder e trocado aos Grizzlies.
- Ele atuou por sete temporadas em Memphis, com médias de 10,2 pontos, 1,3 assistência e 5,5 rebotes por jogo.
- Em 2022, Clarke assinou contrato de quatro anos no valor de US$ 52 milhões; no ano seguinte, rompeu o tendão de Aquiles, limitando as participações.
- Em 1º de abril, Clarke foi preso no Arkansas sob acusação de posse e tráfico de substâncias controladas (kratom), além de tentativa de fuga, excesso de velocidade e ultrapassagem indevida; foi liberado após pagamento de fiança. O kratom é ilegal em Arkansas.
Brandon Clarke, ala-pivô do Memphis Grizzlies, morreu aos 29 anos. A informação foi anunciada pelo clube nesta terça-feira, 12 de maio. A causa da morte não foi divulgada. A confirmação ocorreu nos Estados Unidos.
Nascido em Vancouver, no Canadá, Clarke chegou à NBA em 2019. Foi drafted na 21ª posição pelo Oklahoma City Thunder, e trocado para os Grizzlies duas semanas depois. Ele atuou sete temporadas pela franquia de Memphis.
Ao longo da carreira, Clarke teve médias de 10,2 pontos, 5,5 rebotes e 1,3 assistências por jogo. Em 2022, renovou com os Grizzlies por quatro anos, US$ 52 milhões.
Em 2023, Clarke sofreu ruptura do tendão de Aquiles, o que limitou sua participação. Nesta temporada, disputou apenas duas partidas, somando 72 jogos em 246 possíveis pela equipe.
Prisão e situação legal
Clarke foi preso no dia 1º de abril, em Arkansas, nos EUA, e liberado no dia seguinte após pagamento de fiança. Ele enfrentou acusações por posse e tráfico de substância controlada, além de evasão, excesso de velocidade e ultrapassagem indevida.
A substância envolvida foi o kratom, planta promovida como suplemento para alívio de dores e ansiedade. Em Arkansas, o kratom é ilegal, e intoxicações associadas à substância já foram registradas no país.
Entre 2015 e 2025, ocorreram 233 mortes ligadas ao kratom nos EUA, segundo registros de autoridades de saúde. A polícia não informou se há relação entre a prisão de Clarke e o uso da substância.
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