- Gui Santos, único brasileiro na NBA, consolidou sua participação no Golden State Warriors na temporada 25/26, saindo do banco para a rotação.
- Foi escolhido na sexta posição do Draft de 2022 (pick 55) e começou na Summer League, atuando pela Santa Cruz Warriors na G‑League em 22/23; nesta temporada foram 68 jogos, com média de 20,5 minutos.
- Enfrentou altos e baixos na G‑League e chegou a duvidar de que merecia estar na NBA, mas manteve o foco e seguiu treinando.
- Assinou contrato com a equipe principal em novembro de 2023, e lesões e trocas da rotação ajudaram a abrir oportunidades para mais minutos.
- Sobre o futuro, não se vê como franchise player e quer apenas ajudar o time a vencer; sonha com evolução e, para agradecer à franquia, busca conquistar um anel da NBA.
Gui Santos, ala brasileiro do Golden State Warriors, segue buscando espaço na NBA. Nesta temporada 2025/26 ele se firmou na rotação da equipe principal após passagem pela G-League. A trajetória começou na Summer League e seguiu pelo Santa Cruz Warriors antes de chegar aos Warriors em 2023.
O jogador relata altos e baixos na G-League, que abalaram sua autoconfiança. Em diferentes jogos, chegou a duvidar de que poderia atuar na NBA, mas manteve o foco ao longo do tempo. Em 2023 assinou contrato com a equipe principal, abrindo caminho para mais chances em quadra.
Durante a temporada atual, Gui ampliou seu tempo de jogo, disputando 68 partidas e registrando média de 20,5 minutos por jogo. O aproveitamento veio com lesões e trocas que abriram espaço no elenco, segundo o ala.
Em entrevista, ele descreveu o choque cultural ao chegar ao Nest Warriors, com um ambiente de trabalho mais profissional. Mesmo assim, passou a se adaptar ao estilo de treino e à concentração exigidos pela NBA, buscando evoluir a cada oportunidade.
Futuro na franquia
Gui Santos afirma que seu objetivo é ajudar o time a vencer, independentemente de ser titular ou reserva. O ala não se vê como franchise player, destacando a importância de manter o desempenho constante. Ele ressalta a importância de acompanhar a evolução dos veteranos da equipe para subir de desempenho.
Apesar de reconhecer a diferença de idade entre os astros da franquia, como Stephen Curry e Draymond Green, ele aponta que a experiência deles eleva o nível de jogo de toda a equipe. O brasileiro considera que a convivência com esses atletas impulsiona o seu próprio desenvolvimento.
Futuro próximo envolve manter a participação no elenco principal e ampliar a contribuição em quadra. Gui relata que chegou mais maduro, compreendendo melhor as nuances do basquete americano e buscando consolidar a presença com consistência nas próximas temporadas.
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