- Executivos da NBA, NFL e MLB participaram de painel no SPIW e destacaram o Brasil como peça-chave na expansão global das ligas, já com escritórios no país.
- Fabio Laudisio, da NBA, disse que o modelo de liga com divisão de receitas oferece previsibilidade financeira e pode inspirar o esporte brasileiro.
- André Battesti, da NFL Brasil, afirmou a importância de cuidar do produto e de inovar; o Brasil é referência mundial em redes sociais e projetos comerciais da liga.
- Joe Hirakuri, da MLB, apresentou o Brasil como “o último grande mercado não explorado” para o beisebol, citando investimentos recentes, como 8 milhões de dólares em um centro de treinamento em Ibiúna (SP).
- Houve consenso de que o Brasil tem alto engajamento orgânico nas redes sociais e que as ligas pretendem investir no mercado nacional, contribuindo para formação de atletas e melhorias em infraestrutura.
O último grande mercado não explorado: executivos da NBA, NFL e MLB discutiram a expansão global das ligas americanas e o papel do Brasil durante o SPIW, nesta sexta-feira (15). O painel, mediado por Ubiratan Leal, da ESPN, ressaltou aprendizados mútuos e oportunidades de negócios no país.
Fabio Laudisio, vice-presidente associado de Parcerias Globais de Marketing da NBA para a América Latina, destacou que o modelo de liga com divisão coletiva de receitas oferece previsibilidade financeira e pode servir de referência para o esporte brasileiro.
André Battesti, diretor de Parcerias da NFL Brasil, reforçou a importância de manter o produto esportivo atrativo, citando revisões de regras anuais para dinamizar o jogo. O executivo apontou a criatividade brasileira como referência mundial em redes sociais e em projetos comerciais.
Joe Hirakuri, consultor da Confederação Brasileira de Beisebol e da MLB, afirmou que o Brasil é visto como o último grande mercado não explorado para o beisebol, destacando investimentos recentes em formação de atletas, como o aporte de 8 milhões de dólares feito pela MLB em um centro de treinamento em Ibiúna (SP).
O grupo concordou que o Brasil apresenta alto engajamento orgânico nas redes sociais, o que aumenta o interesse das ligas em investir no país. Além de conteúdo, as iniciativas incluem financiamento à formação de atletas, melhoria de quadras públicas e incentivo à prática esportiva entre jovens.
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