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Gui Santos revela bastidores da NBA e o custo da carreira

Gui Santos revela que a vida na NBA exige renúncias familiares e pressão constante, mesmo com a renovação com o Golden State Warriors

O brasileiro Gui Santos, do Golden State Warriors, observa o jogo contra o Phoenix Suns pelo Play-In. (Foto: Kate Frese/Nbae/Getty Images/Afp)
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  • Gui Santos vive a temporada 2025/26 com mais espaço na rotação do Golden State Warriors, o que levou à renovação de contrato com a equipe.
  • Em entrevista ao Lance!, o ala brasileiro explicou a rotina intensa de treinos e viagens e a distância da família como sacrifício do alto rendimento.
  • Para manter o equilíbrio, ele afirma manter contato diário com familiares por videochamadas e jogos online, e cita a fé, a família e a noiva como pilares.
  • Mesmo reconhecido por ter trabalhado duro, o jogador diz que nunca foi o mais forte ou rápido; o diferencial foi a dedicação e o volume de treino.
  • Future objetivos incluem conquistar o título da NBA e jogar ao lado do irmão pela primeira vez na liga, algo que ele repercute como marco para a família.

Gui Santos detalha bastidores da vida na NBA, onde tudo tem peso extra para manter-se no Golden State Warriors. A temporada 2025/26 foi marcada pela consolidação do ala brasileiro na rotação, com mais minutos e reconhecimento no Brasil, além da renovação contratual. Por trás do sucesso, o atleta fala em renúncias diárias e distância da família.

Durante passagem pelo Brasil, o jogador explicou ao Lance! o lado invisível da vida de alto rendimento no basquete. A agenda é marcada pela pressão constante, viagens e pouco tempo livre, que exigem disciplina para sustentar a atuação na NBA.

Rotina intensa e solidão longe do Brasil

A temporada trouxe espaço no elenco, mas também uma rotina de treinos, deslocamentos e pouca vida social. O atleta destaca que a agenda é de corrida entre treino e viagem, com pouca pausa para descanso.

Para manter o contato com familiares, Gui recorre a chamadas de vídeo diárias e a jogos online com o irmão. Ele relata que as visitas são raras, e as conversas ajudam a reduzir a distância emocional.

A fé, a família e a relação com a noiva são citadas como pilares para manter o equilíbrio emocional durante o ano competitivo, que exige foco constante e resiliência diante das dificuldades.

Nunca foi o mais forte, mas sempre o que mais trabalhou

Gui afirma que não se via como o atleta mais forte ou rápido, mas sim como o que mais dedicava tempo ao aperfeiçoamento. A trajetória na NBA, segundo ele, se consolidou pela consistência do trabalho.

O ala considera que a temporada atual foi a melhor, pela maior oportunidade recebida e pela capacidade de aproveitá-la sem desculpas, o que refletiu na evolução dentro da quadra.

O reconhecimento no Brasil ganhou ainda mais força com o desempenho em quadra. Gui observou que crianças passaram a acompanhar seus highlights, entendendo o impacto de servir de exemplo para a molecada.

Sonhos ainda maiores

Mesmo consolidado, Gui traça objetivos ambiciosos na carreira, incluindo o título da liga e a possibilidade de jogar ao lado do irmão na NBA, um feito inédito para irmãos brasileiros.

Ao relembrar a infância em Brasília, o ala diz que o garoto que sonhava com a NBA teria orgulho do caminho percorrido, reconhecendo o esforço empregado para chegar ao patamar atual.

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