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Pouco popular no Reino Unido, beisebol ainda molda a linguagem

No Reino Unido, o beisebol tem pouca audiência, mas seu vocabulário persiste no cotidiano e no jargão corporativo

Adrian Chiles
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  • O autor gosta de beisebol e nota que é pouco conhecido no Reino Unido, dificultando achar quem compartilhe a empolgação ou decepção.
  • Relatos pessoais mostram o interesse extremo pelo Rays, incluindo uma viagem a Milwaukee e experiências no estádio, com momentos marcantes mesmo em dias de frio ou de confusão.
  • O texto aponta que, mesmo com pouca audiência, o vocabulário do beisebol permeia o inglês britânico por meio de expressões como “ballpark figure” e “hit it out of the park”.
  • Há uma teoria de que a linguagem do beisebol chegou aos negócios americanos no início do século XX e, por influencia da gestão e do estilo corporativo, se espalhou amplamente.
  • Mesmo após a semana de três derrotas, o Rays é apresentado como o melhor time da Liga Americana nesta temporada.

Adrian Chiles analisa por que o beisebol é pouco assistido no Reino Unido e como, mesmo assim, a língua do esporte permeia a vida corporativa e o dia a dia britânico. O texto aponta uma relação curiosa entre interesse e vocabulário.

O jornalista revela que aprendeu a gostar do beisebol há 15 anos, em St Petersburg, na Flórida. Ele viajou para ver os Rays de perto e acabou se envolvendo com o esporte, apesar da baixa tradição no país.

Chiles compartilha experiências de acompanhar partidas e viajar para estádios, destacando momentos marcantes, como jogos em Milwaukee, com episódios inusitados. O autor descreve a paixão pelo beisebol mesmo diante de pouco público no UK.

A linguagem do beisebol no cotidiano britânico

O texto mostra que termos do beisebol são usados no dia a dia, mesmo sem familiaridade com o esporte. Expressões como ballpark, hit it out of the park e base calculations aparecem em contexto empresarial e cotidiano.

O autor sugere que a adoção da linguagem pode ter acontecido pela expansão da cultura empresarial americana, no início do século XX. A prática de narrar negócios em tom estruturado lembra o beisebol.

Chiles observa ainda que, apesar do baixo interesse local, o beisebol domina a linguagem em certas situações. O texto cita exemplos de expressões que sugerem planejamento, estratégia e controle de projetos.

Alegria e distância do público britânico

O artigo ressalta que, no Reino Unido, o interesse pelo beisebol é menor frente a futebol, rúgbi e basquete. Mesmo assim, o esporte figura na linguagem cotidiana de quem acompanha a modalidade.

Ao final, o autor afirma que, mesmo com derrota recente, os Rays seguem como líder da Liga Americana na temporada, segundo a visão do texto. A afirmação serve apenas como registro factual.

Fonte: Guardian, texto de Adrian Chiles, em estilo de reflexão sobre o beisebol, sua presença na língua inglesa e o apelo do esporte para alguns fãs no exterior.

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