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Knicks contra Victor Wembanyama: foco nas jogadas pelos cantos

Knicks exploram os cantos para neutralizar Wembanyama, convertendo 53,6% dos corner threes e ampliar vantagem para 2-0 na final

Victor Wembanyama attempts to block a shot attempt by Jalen Brunson
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  • Os Knicks apostam em bolas de esquina contra o defensor Victor Wembanyama, capitalizando os ataques de canto para abrir espaço no ataque.
  • Em Game 1, no fim do terceiro quarto, Hart abriu espaço na linha de fundo enquanto McBride converteu uma bola de três no canto, sem que Wembanyama contestasse.
  • A tática funciona: os Knicks lideram as finais em tiros de 3 no canto, convertendo 53,6% das tentativas nessa área.
  • Wembanyama, com alcance e IQ defensivo, transforma a defesa do Spurs em um desafio para ao menos manter o ataque adversário longe do garrafão, mas os Knicks exploram o espaço aberto pelos cantos.
  • A equipe de Nova York lidera a série 2-0 e já soma 15 acertos em 28 bolas de canto nas duas primeiras partidas da finais.

A estratégia dos Knicks para enfrentar Victor Wembanyama passa pelo domínio das extremidades da quadra. No fim do terceiro quarto do Jogo 1, Mitchell Robinson segurava Wembanyama no bloco esquerdo, enquanto Josh Hart ficava no lado direito, forçando o pivô a proteger o aro.

Em duas passes, Hart abriu espaço para Miles McBride receber na esquina. McBride converteu um três de lançamento alto, num disparo lançado a partir de uma jogada de ajuste da defesa. O lance mostrou a leitura dos Knicks sobre o adversário.

Estratégia de quadra

A jogada manifesta uma força dos Knicks: explorar os corners. A equipe está com vantagem especialmente por ter aproveitado a área de 42 pés em cada canto. O time lidera as finais em pontos decorner 3, com alta eficiência.

Com Wembanyama na pintura, o Spurs tem defesa difícil pela envergadura do jovem. A presença dele reduz o espaço interior, mas os Knicks respondem com passes rápidos, movimentação e arremessos de longe, principalmente na linha de três.

Os Knicks chegaram às finais com forte atuação no garimpo de pontos na pintura, mas ajustaram o ataque para os chutes de meia-distância e maior volume de arremessos de fora. Na série, eles mantêm o peso dos arremessos de esquina.

A eficiência no perímetro se traduz em números: 53,6% nos corner 3 nesta temporada, diante de defesas que protegem o garrafão. Nas finais, a equipe continua com aproveitamento alto nesses lances.

Wembanyama é observado como o fator que pode mudar a leitura da defesa. A metragem do campo deixa espaço para leitura de jogo, com passes que criam condições para os arremessos da esquina.

Entre os seus alvos, Mikal Bridges e OG Anunoby aparecem entre os líderes em bolas de três no corner. Shamet e McBride também aparecem como arremessadores constantes nessa área.

O Spurs aparece com defesa forte na área interna, mas precisa lidar com a movimentação dos Knicks para abrir espaço e manter o jogo sob controle. A solução dos Knicks tem sido a combinação de passes, cortes e arremessos de canto.

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