- A IndyCar anunciou redução na potência extra dos sistemas híbridos em 10% a 25% até o fim da temporada, começando neste fim de semana no GP de Road America.
- A medida visa aumentar a confiabilidade do ESS (sistema de armazenamento de energia) e da MGU (unidade motora geradora) e preservar peças para as próximas etapas.
- Antes, o sistema elétrico adicionava cerca de 50 cavalos de potência extra em curtos períodos; agora os ajustes são feitos caso a caso, de acordo com cada circuito.
- Em ovais, o híbrido era a única fonte de potência extra; em circuitos mistos e de rua, funciona como complemento ao push-to-pass.
- A equipe técnica acredita que a mudança terá impacto mínimo no ritmo das corridas, com a diferença estimada em alguns décimos de segundo por volta.
A IndyCar Series anunciou que reduzirá, a partir deste fim de semana, a potência adicional gerada pelos sistemas híbridos e manterá as reduções pelo restante da temporada. A medida entra em vigor já no GP de Road America, por motivos de confiabilidade no armazenamento de energia (ESS) e na unidade motora geradora (MGU).
Os cortes variam entre 10% e 25% na potência híbrida, com ajustes feitos a cada corrida conforme as exigências de cada circuito. Antes, o sistema elétrico extra fornecia cerca de 50 cavalos de potência adicional em curtos intervalos.
A redução tem como objetivo manter os propulsores dentro de margens de segurança semelhantes às observadas no início dos testes, em Mid-Ohio, quase dois anos atrás. A ideia é ampliar a durabilidade do equipamento e preservar o estoque de peças, para que todos os carros concluam o campeonato sem déficits.
Nos ovais, o recurso híbrido é a única forma de obter potência extra por meio de um botão no volante. Em circuitos mistos e de rua, como Road America, o hover funciona como complemento ao push-to-pass, elevando o turbo. Quando usados juntos, os sistemaspodem chegar a somar até 100 cavalos extras para Chevy e Honda.
A mudança não deve alterar drasticamente o ritmo das corridas, segundo avaliações técnicas. O diretor da Andretti Global, Ron Ruzewski, afirmou que a diferença esperada é de alguns décimos de segundo por volta, não de segundos. A declaração foi publicada pelo portal Racer, em tom de expectativa contida.
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