- O jogo França x Iraque foi interrompido pelo protocolo de raios, acionado quando há descarga elétrica a até 13 km do local da partida.
- Se houver novo raio dentro desse raio, o cronômetro é reiniciado e a paralisação se estende por mais 30 minutos.
- O protocolo nasceu após a tragédia na Pennsylvania 400 em 2012, quando um raio matou um torcedor e feriu outros oito; a prova ficou paralisada na 98ª volta e Jeff Gordon foi declarado vencedor.
- A NASCAR chegou a ser processada pelas famílias das vítimas, mas foi inocentada em 2016 e, desde então, adotou o protocolo, que ganhou aprovação de outras ligas.
- A FIFA também utiliza o protocolo, devido à necessidade de seguir normas locais de segurança durante a Copa do Mundo de 2026.
O protocolo de raios regulou jogos da Copa do Mundo nos Estados Unidos, suspendendo a partida se uma descarga elétrica ocorre a até 13 km do local. Se novo raio ocorrer, o cronômetro é reiniciado e a paralisação pode se estender por mais 30 minutos.
A origem da regra remonta a 2012, na NASCAR, durante a Pennsylvania 400. Um raio matou um torcedor e deixou oito feridos. A prova foi interrompida na 98ª volta, sem retorno, e Jeff Gordon foi declarado vencedor.
Famílias das vítimas chegaram a processar a NASCAR, que foi inocentada em 2016. A partir desse episódio, o protocolo de raios passou a fazer parte da organização, influenciando outras ligas como NFL, MLB e federações, tornando-se referência de segurança nos EUA.
A FIFA também adota o protocolo, em alinhamento com normas locais para a Copa do Mundo de 2026. A prática demonstra a evolução das regras de segurança para eventos esportivos de grande porte.
O tema evidencia como medidas de proteção são aprimoradas após tragédias, buscando reduzir riscos para jogadores, equipes e público durante competições.
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