- Brad Keselowski elogiou a colaboração entre as equipes da Toyota e pediu uma resposta da Ford.
- Denny Hamlin rebateu, dizendo que a cooperação não é imposta pela fabricante, e sim fruto de alianças entre as próprias equipes.
- Keselowski afirmou que a Toyota opera com duas equipes de nível A, diferente do modelo de outras fabricantes.
- Até a etapa de Chicagoland, seis pilotos da Toyota estavam acima da linha de corte para os Playoffs, contra quatro da Ford.
- O momento também trouxe a menção de que o acordo de cooperação entre equipes custa cerca de 8 milhões de dólares por temporada.
Brad Keselowski e Denny Hamlin divergem sobre a razão do domínio da Toyota na NASCAR Cup Series em 2026, durante coletiva antes da etapa de Chicagoland. O foco foi o desempenho da fabricante japonesa e o papel das alianças entre equipes.
Keselowski, proprietário da RFK Racing, elogiou a forma como a Toyota estruturou a colaboração entre suas equipes, dizendo que o ambiente funciona como um único programa competitivo. Ele destacou que a Toyota consolidou duas equipes de alto nível, o que, na visão dele, não ocorreu entre Ford e Chevrolet.
A leitura de Hamlin, coproprietário da 23XI Racing, aponta para alianças estratégicas firmadas entre organizações, não a imposição da montadora. Segundo o piloto, o custo de parcerias é compensado por ganhos de desempenho, com a 23XI mantendo laços técnicos com a Joe Gibbs Racing.
Hamlin explicou que a decisão de se aliar à Joe Gibbs Racing visa acelerar a curva de aprendizado e a competitividade, mantendo fluxo bilateral de informações. Ele citou que o acordo envolve pagamento, mas funciona de forma recíproca.
Segundo o entendimento de Hamlin, o patamar de cooperação entre equipes de Ford não seria substancialmente diferente daquele observado pela Toyota, com acordos que flexibilizam o compartilhamento de engenharia. A diferença estaria na decisão de cada equipe sobre as parcerias.
O julgamento antitruste envolvendo a 23XI Racing e a NASCAR, divulgado no início deste ano, apontou que o custo anual dessas cooperações fica em torno de 8 milhões de dólares, valor citado como referência no setor.
Antes da etapa de Chicagoland, a Toyota tinha seis pilotos acima da linha de classificação para os Playoffs, ante quatro da Ford, reforçando o debate sobre vantagens competitivas na temporada. O tema deve permanecer em pauta nas próximas corridas.
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