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Laporta defende Barcelona em coletiva e critica adversários após registro de Olmo e Victor

- Joan Laporta anunciou prorrogação de três meses para registro de jogadores. - Críticas à gestão de Laporta aumentaram após dificuldades financeiras do clube. - Intervenção do Conselho Superior de Esportes permitiu que jogadores atuassem. - Laporta defendeu-se de acusações e comentou sobre venda de assentos VIP. - Relação com investidores do Qatar gera polêmica, mas Laporta justifica mudanças.

Joan Laporta, presidente do FC Barcelona, iniciou sua coletiva de imprensa destacando que seus adversários não conseguiram “desestabilizá-los” durante um período conturbado, onde buscou re-registrar os jogadores Pau Victor e Dani Olmo. Ele afirmou que a equipe trabalhou arduamente para atender às exigências da La Liga, especialmente a regra do 1:1, que limita os gastos […]

Joan Laporta, presidente do FC Barcelona, iniciou sua coletiva de imprensa destacando que seus adversários não conseguiram “desestabilizá-los” durante um período conturbado, onde buscou re-registrar os jogadores Pau Victor e Dani Olmo. Ele afirmou que a equipe trabalhou arduamente para atender às exigências da La Liga, especialmente a regra do 1:1, que limita os gastos com jogadores ao que o clube arrecada. “Nunca desistimos até conseguirmos o que queríamos,” disse Laporta, enfatizando a importância de manter a integridade do clube.

Durante a coletiva, Laporta abordou a decisão do Conselho Superior de Esportes (CSD) que permitiu a continuidade dos jogadores enquanto a situação legal é resolvida. Ele expressou sua frustração com a forma como alguns membros da oposição agiram, afirmando que “não se tratava de estar ao lado de Laporta, mas de estar ao lado do FC Barcelona.” O presidente também comentou sobre o impacto psicológico que a situação teve sobre Olmo e Victor, ressaltando que ambos e suas famílias enfrentaram dificuldades.

Laporta foi questionado sobre seu comportamento na semifinal da Supercopa, onde foi flagrado celebrando de forma efusiva após a decisão do CSD. Ele defendeu sua reação, afirmando que “não insultei ninguém” e que sua euforia era uma resposta ao estresse enfrentado. Além disso, o presidente abordou comentários do jogador Raphinha, que sugeriu que a situação poderia desestimular novos jogadores a se juntarem ao Barcelona, afirmando que a grandeza do clube deve ser reconhecida.

Por fim, Laporta explicou a venda de 475 assentos VIP a investidores do Qatar e dos Emirados Árabes, como parte do esforço para cumprir a regra do 1:1. Ele destacou que a normalização das relações com esses países é um sinal de oportunidades, diferentemente do passado, quando criticou a associação do clube com o Qatar. “Esses países estão se abrindo e se tornando locais de oportunidade,” concluiu, defendendo a nova abordagem do clube em relação a investimentos externos.

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