Em uma reunião com conselheiros do CORI (Conselho de Orientação) no dia 13 de janeiro, o ex-presidente do Corinthians, Mário Gobbi Filho, fez declarações polêmicas sobre a atual gestão do clube. Ele criticou a administração vigente, referindo-se a novos associados de maneira preconceituosa e afirmando que o Parque São Jorge está “cheio de bandido”. Gobbi […]
Em uma reunião com conselheiros do CORI (Conselho de Orientação) no dia 13 de janeiro, o ex-presidente do Corinthians, Mário Gobbi Filho, fez declarações polêmicas sobre a atual gestão do clube. Ele criticou a administração vigente, referindo-se a novos associados de maneira preconceituosa e afirmando que o Parque São Jorge está “cheio de bandido”. Gobbi expressou sua indignação com a situação do clube, mencionando que “cinquenta capangas” impedem a liberdade de ação dos conselheiros.
As declarações de Gobbi não foram registradas em ata pelo CORI, e ele reconheceu que suas palavras foram mal interpretadas por adversários políticos. Em sua defesa, o ex-dirigente afirmou que a diversidade é uma virtude do clube e que a crítica não se dirigia a pessoas de baixa renda, mas sim à segurança e ao ambiente do Parque São Jorge. Ele destacou que há um aumento nas ocorrências de furtos e brigas, além de agressões a conselheiros em reuniões.
O CORI, por sua vez, emitiu uma nota esclarecendo que as falas de Gobbi não constam em nenhuma ata oficial e lamentou a divulgação de um “documento” que não foi elaborado pelo órgão. O presidente do CORI, Miguel Marques, afirmou que a situação é preocupante e que a apuração dos fatos será feita em reuniões futuras.
Mário Gobbi, que presidiu o Corinthians entre 2012 e 2015, é lembrado por conquistas significativas, como a Copa Libertadores e o Mundial de Clubes. Desde sua saída, ele se posicionou como opositor do grupo Renovação & Transparência, mas se reaproximou de antigos adversários políticos após a ascensão de Augusto Melo à presidência do clube.
Entre na conversa da comunidade