A derrota do Villa Nova por 2 a 0 para o Tombense resultou no rebaixamento do clube ao Módulo II do Campeonato Mineiro, gerando um clima tenso nas proximidades do Estádio Castor Cifuentes, em Nova Lima. Torcedores cercaram o presidente Anísio Clemente, conhecido como Anisinho, em uma discussão acalorada, onde ele foi alvo de cobranças […]
A derrota do Villa Nova por 2 a 0 para o Tombense resultou no rebaixamento do clube ao Módulo II do Campeonato Mineiro, gerando um clima tenso nas proximidades do Estádio Castor Cifuentes, em Nova Lima. Torcedores cercaram o presidente Anísio Clemente, conhecido como Anisinho, em uma discussão acalorada, onde ele foi alvo de cobranças e ofensas. A situação exigiu a intervenção do auxiliar João Paulo “Pirulito”, que ajudou a retirar o presidente do local.
Anísio, que assumiu a presidência em dezembro do ano passado após a renúncia da gestão anterior, enfrentou uma campanha desastrosa no primeiro Campeonato Mineiro sob sua liderança. O Villa Nova, inserido no grupo C ao lado de Cruzeiro, Pouso Alegre e Aymorés, obteve apenas uma vitória, com seis derrotas e um empate, marcando apenas 4 gols e sofrendo 17. O clube, que possui quatro títulos do Campeonato Mineiro, viu suas expectativas frustradas nesta temporada.
Após o jogo que selou o rebaixamento, Anísio falou à TV Banqueta e assumiu a responsabilidade pela situação do clube. Ele destacou a necessidade de “juntar os cacos” e deixar a poeira assentar antes de planejar o futuro. O presidente mencionou que há projetos em andamento relacionados à Sociedade Anônima do Futebol (SAF) e expressou esperança de que isso se concretize em breve.
Anísio também afirmou que pretende usar seu último ano de mandato para planejar a recuperação do Villa Nova, visando um retorno à primeira divisão no próximo ano. Ele reconheceu que a temporada atual foi uma “vergonha” e reafirmou seu compromisso em não fugir das responsabilidades, seguindo os ensinamentos de seu pai.
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