A 1ª Comissão Disciplinar do Superior Tribunal de Justiça Desportiva do Futebol (STJD) absolveu o Botafogo e o Atlético-MG nesta segunda-feira, após a confusão ocorrida no empate em 0 a 0 entre os clubes, em novembro de 2024, no Estádio Independência. Ambos foram julgados com base no artigo 257, que trata de “rixa, conflito ou […]
A 1ª Comissão Disciplinar do Superior Tribunal de Justiça Desportiva do Futebol (STJD) absolveu o Botafogo e o Atlético-MG nesta segunda-feira, após a confusão ocorrida no empate em 0 a 0 entre os clubes, em novembro de 2024, no Estádio Independência. Ambos foram julgados com base no artigo 257, que trata de “rixa, conflito ou tumulto” durante a partida. O tumulto teve início após o apito final e envolveu jogadores e membros da comissão técnica.
Durante a confusão, o zagueiro Alexander Barboza foi expulso por receber o segundo cartão amarelo, mas seu caso foi arquivado, assim como o de Rubens, do Atlético-MG. O então atacante do Botafogo, Luiz Henrique, que arremessou uma garrafa durante o tumulto, foi condenado a uma partida de suspensão, já cumprida. O segurança do Botafogo, Daniel Cruz da Silva, recebeu uma suspensão de 30 dias por desferir um golpe durante a confusão.
A audiência também resultou em uma multa de R$ 2 mil para o Atlético-MG, devido ao atraso de dois minutos no retorno do intervalo, conforme registrado pelo árbitro Luiz Flavio de Oliveira. A partida foi uma prévia da final da Conmebol Libertadores, onde o Botafogo conquistou seu primeiro título ao vencer o Atlético-MG por 3 a 1, dez dias após o incidente.
O Botafogo terminou a temporada de 2024 como campeão do Campeonato Brasileiro, somando 79 pontos, enquanto o Atlético-MG ficou em 12º lugar, com 47 pontos. A decisão do STJD encerra as pendências relacionadas ao tumulto, permitindo que ambos os clubes sigam suas trajetórias sem sanções adicionais.
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