O Fluminense enfrentará desafios significativos na fase de grupos da Libertadores e da Sul-Americana, com dois jogos em altitude. O primeiro será contra o Once Caldas, na Colômbia, no dia 1º de abril, no estádio Palogrande, que está a 2.160 metros acima do nível do mar. O segundo desafio será ainda mais complicado, contra o […]
O Fluminense enfrentará desafios significativos na fase de grupos da Libertadores e da Sul-Americana, com dois jogos em altitude. O primeiro será contra o Once Caldas, na Colômbia, no dia 1º de abril, no estádio Palogrande, que está a 2.160 metros acima do nível do mar. O segundo desafio será ainda mais complicado, contra o GV San José, em La Paz, onde o estádio Hernando Siles atinge 3.650 metros de altitude.
De acordo com o fisiologista Altamiro Bottino, a altitude começa a impactar os atletas a partir de 1.800 metros. Ele recomenda que, idealmente, as equipes cheguem ao local do jogo com pelo menos dez dias de antecedência para se adaptarem. No entanto, essa prática é inviável devido ao calendário apertado do futebol brasileiro, levando os times a chegarem mais próximos das partidas.
Historicamente, o Fluminense tem um desempenho razoável em jogos em altitude, com nove vitórias em dezenove partidas, resultando em um aproveitamento de 55,5%. A última vitória do tricolor em altitude foi em 2022, contra o Millonarios, em Bogotá. Desde então, a equipe sofreu duas derrotas, uma para o The Strongest e outra para a LDU.
Após perder a final do campeonato estadual para o Flamengo, o Fluminense terá doze dias para se preparar antes de sua estreia no Campeonato Brasileiro, que ocorrerá no dia 29, contra o Fortaleza, no Castelão. A equipe busca ajustar sua performance para enfrentar os desafios que se aproximam.
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