O Consórcio Fla-Flu, formado pelos clubes Flamengo e Fluminense, começará a operar o Maracanã em novembro, após receber a concessão do estádio por 20 anos. O consórcio planeja modernizar a arena, incluindo a troca do gramado e a instalação de iluminação em LED. Além disso, há expectativas de que a venda dos naming rights do Maracanã gere receitas anuais de pelo menos R$ 40 milhões, o que tornaria esse contrato o maior do Brasil.
A venda dos naming rights depende da aprovação do Governo do Estado do Rio de Janeiro. Em conversas informais, não houve objeção do governo, mas ainda não foi feita uma consulta formal pelo consórcio. O diretor geral do Maracanã indicou que o assunto será discutido, mas a diretoria do Flamengo, que possui 65% da participação no consórcio, ainda está avaliando o plano.
O edital de concessão não previa a venda de naming rights, focando em receitas ordinárias como eventos esportivos e locação de espaços. A proposta anterior do Vasco, que não foi aceita, estimava um valor de R$ 10 milhões para naming rights. O consórcio atual, no entanto, projeta um valor significativamente maior, de pelo menos R$ 40 milhões.
O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) confirmou que é possível explorar o nome do Maracanã, mas ressaltou que qualquer alteração na fachada deve ser aprovada previamente. O estádio continuará oficialmente sendo chamado de Estádio Jornalista Mário Filho, independentemente da venda dos naming rights.
O Consórcio Fla-Flu, formado por Flamengo e Fluminense, iniciará a operação do Maracanã em novembro, após obter a concessão do estádio por 20 anos. O consórcio planeja modernizar a arena, incluindo a troca do gramado e a instalação de iluminação em LED. Além disso, há expectativas de que a venda dos naming rights do Maracanã gere receitas anuais de pelo menos R$ 40 milhões, tornando-se o maior contrato do Brasil nesse segmento.
A venda dos naming rights depende da aprovação do Governo do Estado do Rio de Janeiro. Em conversas informais, não houve objeção do governo, mas ainda não houve uma consulta formal do consórcio. O diretor geral do Maracanã indicou que o tema será tratado, mas a diretoria do Flamengo, que possui 65% da participação no consórcio, ainda está avaliando o plano antes de avançar.
O edital de concessão do consórcio não previa a venda de naming rights, focando em receitas ordinárias como eventos esportivos e locação de espaços. A proposta anterior do Vasco, que não foi aceita, estimava um valor de R$ 10 milhões para naming rights. O consórcio atual, no entanto, projeta um valor significativamente maior, de pelo menos R$ 40 milhões.
O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) confirmou que é possível explorar o nome do Maracanã, mas ressaltou que qualquer alteração na fachada deve ser aprovada previamente. O estádio continuará oficialmente sendo chamado de Estádio Jornalista Mário Filho, independentemente da venda dos naming rights.
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