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Futebol e ética: colunistas debatem a polêmica do ‘subir na bola’ e suas consequências

CBF decide punir gesto de "subir na bola" com cartão, gerando polêmica entre colunistas sobre ética e provocação no futebol.

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A CBF decidiu que jogadores que fizerem o gesto de “subir na bola” durante os jogos devem receber cartão. Essa decisão gerou um debate entre colunistas esportivos no programa Posse de Bola. Juca Kfouri acredita que esse gesto é desrespeitoso e fere a ética do futebol, citando a opinião do Dr. Sócrates, que era contra atitudes consideradas como escárnio. Por outro lado, Danilo Lavieri defendeu que provocações fazem parte do jogo e que o adversário deve saber lidar com isso. Ele lembrou de um momento na Copa América em que o Brasil aproveitou uma provocação para marcar um gol. José Trajano sugeriu que o gesto fosse permitido apenas quando o time está perdendo, enquanto Mauro Cezar Pereira criticou a ideia de que “subir na bola” é uma forma de arte, chamando-o de apenas uma “presepada”. A nova regra pode mudar como os jogadores se comportam em campo, e a discussão continua sobre o que é respeito e provocação no futebol.

A recente orientação da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) sobre a punição de jogadores que realizam o gesto de “subir na bola” gerou um intenso debate entre colunistas esportivos. Durante o programa Posse de Bola, Juca Kfouri, José Trajano, Mauro Cezar Pereira e Danilo Lavieri discutiram se essa prática deve ser considerada desrespeitosa ou uma forma legítima de provocação no futebol. Kfouri argumentou que o gesto fere a ética do esporte, citando a opinião do falecido Dr. Sócrates, que se opunha a atitudes consideradas como escárnio.

Por outro lado, Danilo Lavieri defendeu que a provocação faz parte do jogo e que o adversário deve estar preparado para lidar com isso. Ele mencionou um exemplo da Copa América, onde o Brasil aproveitou uma situação semelhante para marcar um gol decisivo. Trajano sugeriu uma adaptação da regra, permitindo o gesto apenas quando o time estiver perdendo, enquanto Mauro Cezar Pereira criticou a ideia de que “subir na bola” é uma forma de arte no futebol, considerando-o apenas uma “presepada”.

A discussão reflete a polarização entre a ética esportiva e a cultura de provocação que permeia o futebol brasileiro. A nova regra da CBF, que prevê cartão para quem realizar o gesto, pode impactar a dinâmica dos jogos e a forma como os jogadores se comportam em campo. O debate continua, com diferentes visões sobre o que constitui respeito e provocação no esporte.

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