Um relatório da Associação Internacional de Integridade nas Apostas Esportivas (Ibia) indicou que 111 usuários realizaram apostas suspeitas, totalizando R$ 56,7 mil, relacionadas ao cartão amarelo recebido pelo atacante Ênio, do Juventude, durante a partida contra o Vitória na estreia do Campeonato Brasileiro. O documento, que levantou preocupações sobre possível manipulação de apostas, foi enviado à Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e repassado a órgãos de investigação, como o Ministério Público e a Procuradoria do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD).
A maioria dos apostadores mencionados no relatório tinha contas recém-criadas e muitos fizeram suas primeiras apostas no lance em questão. Uma operadora de apostas destacou 22 usuários com comportamentos estranhos, dos quais 12 estavam no Brasil, apostando R$ 27,6 mil e obtendo um lucro aproximado de R$ 40,3 mil. Outras casas de apostas também relataram comportamentos suspeitos, com um total de 60 clientes identificados em uma delas.
Após ser notificado sobre a investigação, o Juventude afastou Ênio antes da partida contra o Botafogo, alegando que estava negociando a transferência do jogador. No entanto, o técnico Fábio Matias confirmou que a decisão estava relacionada à investigação. O cartão amarelo foi aplicado ao jogador aos 36 minutos do primeiro tempo, conforme registrado pelo árbitro Paulo Cesar Zanovelli, que justificou a advertência por reclamação.
Além das cinco casas de apostas mencionadas no relatório, outras também levantaram suspeitas sobre o lance. Ao menos três dos apostadores identificados são atletas profissionais, o que os impede de participar de apostas esportivas, de acordo com regulamentos da Fifa e da CBF. A CBF não se manifestou sobre o caso, e a Sportradar, parceira da confederação no monitoramento de apostas, afirmou que não comenta investigações em andamento.
Um relatório da Associação Internacional de Integridade nas Apostas Esportivas (Ibia) revelou 111 usuários e R$ 56,7 mil em apostas suspeitas relacionadas ao cartão amarelo recebido pelo atacante Ênio, do Juventude, durante a partida contra o Vitória na estreia do Campeonato Brasileiro. O documento, que gerou um alerta sobre possível manipulação de apostas, foi enviado à Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e repassado a órgãos de investigação, como o Ministério Público e a Procuradoria do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD).
A maioria dos apostadores identificados no relatório possuía contas recém-criadas e muitos realizaram suas primeiras apostas no lance em questão. Entre os dados, uma operadora destacou 22 usuários com comportamentos estranhos, sendo 12 deles localizados no Brasil, que apostaram R$ 27,6 mil e obtiveram um lucro aproximado de R$ 40,3 mil. Outras casas de apostas também relataram comportamentos suspeitos, com um total de 60 clientes identificados em uma delas.
Após ser notificado sobre a investigação, o Juventude afastou Ênio antes da partida contra o Botafogo, alegando negociações para sua transferência. Contudo, o técnico Fábio Matias admitiu que a decisão estava ligada à investigação. O cartão amarelo foi aplicado ao jogador aos 36 minutos do primeiro tempo, segundo o árbitro Paulo Cesar Zanovelli, por reclamação.
Além das cinco casas de apostas mencionadas no relatório, outras também levantaram suspeitas sobre o lance. Ao menos três dos apostadores identificados são atletas profissionais, o que os impede de participar de apostas esportivas conforme regulamentos da Fifa e da CBF. A CBF não se manifestou sobre o caso, e a Sportradar, parceira da confederação no monitoramento de apostas, afirmou que não comenta investigações em andamento.
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