Ugo Giorgetti lançou o livro “Era Uma Vez o Futebol”, que reúne seus textos de 20 anos no Estadão e na internet. A obra traz crônicas e ficções inéditas que falam sobre a corrupção na Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e a queda do futebol no Brasil. As crônicas de Giorgetti são descritas como duras e poéticas, mostrando a conexão entre a infância e a vida adulta através do futebol. Ele critica a gestão da CBF, sugerindo que alguém insensato controla o futebol brasileiro e impõe regras estranhas. O livro também menciona a dificuldade da seleção brasileira em se classificar para a Copa do Mundo e compara os jogadores de hoje, considerados mimados, com os craques rebeldes do passado. A obra faz parte da coleção “Crônicas Eternas do Futebol”, que inclui grandes nomes da crônica esportiva brasileira.
Ugo Giorgetti lançou o livro “Era Uma Vez o Futebol”, que compila seus textos de duas décadas no Estadão e na internet. A obra inclui crônicas e ficções inéditas, abordando a corrupção na Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e a decadência do futebol nacional.
As crônicas de Giorgetti são descritas como “ásperas e líricas”, refletindo a relação entre a infância e a vida adulta através do futebol. O autor critica a gestão da CBF, sugerindo que um “louco” controla o futebol brasileiro, alegando “falta de respeito” e impondo regras absurdas.
O livro também destaca a perda de prestígio da seleção brasileira, que enfrenta dificuldades para se classificar para a Copa do Mundo. Giorgetti contrasta os craques do passado, que eram rebeldes e talentosos, com os atuais jogadores, que são vistos como “meninos-deuses mimados”.
A obra de Giorgetti se insere na tradição da crônica esportiva brasileira, ao lado de nomes como Mario Filho e Nelson Rodrigues. “Era Uma Vez o Futebol” é parte da coleção “Crônicas Eternas do Futebol”, que reúne grandes cronistas do gênero.
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