O Ministério Público de São Paulo processou o São Paulo Futebol Clube por usar indevidamente o terreno do Centro de Treinamento da Barra Funda, pedindo até R$ 117 milhões. A ação, iniciada em março, solicita que o acordo com a Prefeitura seja revisado e que o clube pague indenizações por danos sociais. O MP afirma que o clube não cumpriu duas contrapartidas do acordo, exigindo um aluguel retroativo de R$ 3 milhões por mês, totalizando R$ 117 milhões até fevereiro de 2022. Além disso, considera que a construção de creches, avaliada em R$ 5 milhões, não é suficiente em relação ao valor do terreno, que é de R$ 300 milhões. Se o clube não pagar, o MP pede que a Justiça retome o terreno em até 90 dias. O São Paulo disse que está conversando com a Prefeitura para cumprir as contrapartidas, enquanto a Prefeitura não se manifestou. Documentos mostram que o clube está pronto para começar as obras das creches desde 2023, mas a Prefeitura não liberou os terrenos necessários, o que, segundo o MP, prejudica a sociedade ao permitir o uso privado de uma área pública importante.
O Ministério Público de São Paulo processou o São Paulo Futebol Clube por uso indevido do terreno do Centro de Treinamento da Barra Funda, cobrando até R$ 117 milhões. A ação, movida em março, pede a revisão do acordo com a Prefeitura e indenizações por danos sociais.
O MP alega que o clube não cumpriu duas contrapartidas do acordo, exigindo um aluguel retroativo de R$ 3 milhões mensais, totalizando R$ 117 milhões até fevereiro de 2022. Além disso, o órgão considera que a construção de creches, avaliada em R$ 5 milhões, não é suficiente frente ao valor do terreno, estimado em R$ 300 milhões.
A promotoria solicita que, caso o clube não pague, a Justiça retome o terreno em até 90 dias. O São Paulo, por sua vez, afirma que está em diálogo com a Prefeitura para cumprir as contrapartidas, enquanto a administração municipal não se manifestou sobre o assunto.
Documentos internos da Prefeitura indicam que o clube está pronto para iniciar as obras das creches desde 2023. No entanto, a Prefeitura não disponibilizou os terrenos necessários, o que, segundo o MP, prejudica a sociedade ao permitir o uso privado de uma área pública valiosa.
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