Romário, um grande ídolo do futebol brasileiro, lembrou de sua despedida da Seleção em um amistoso contra a Guatemala, em 2005. O jogo, que terminou 3 a 0, foi emocionante, mesmo não sendo o adeus que ele esperava. Ele era o capitão e marcou um gol de cabeça, mostrando uma camisa com uma mensagem sobre sua filha. Após a partida, foi ovacionado pelos torcedores e deu uma volta olímpica no campo. Romário se tornou o terceiro maior artilheiro da Seleção, atrás de Ronaldo e Pelé, e continuou jogando por mais três anos. Hoje, ele é presidente do America-RJ e se dedica à política, esperando que a nova geração de jogadores tenha a mesma determinação que ele e seus colegas tinham em campo.
Romário, um dos maiores ídolos do futebol brasileiro, recordou sua despedida da Seleção em um amistoso contra a Guatemala, realizado em 25 de abril de 2005. O jogo, que terminou em vitória por 3 a 0, foi marcado por forte emoção, apesar de não ter sido o adeus esperado.
O atacante, que já havia retornado ao Vasco em junho de 2005, estava prestes a encerrar sua carreira. A partida, realizada no Pacaembu, contou com uma escalação alternativa, pois não era uma Data Fifa. Romário, então capitão, destacou que a despedida foi significativa, mesmo não ocorrendo no Maracanã, como desejava. “Quando você veste a camisa da seleção brasileira, em qualquer lugar, todo jogo é sempre importante”, afirmou.
O clima de festa foi palpável, com cerca de 40 mil torcedores presentes. Romário abriu o placar com um gol de cabeça, após um cruzamento de Ricardinho. Durante a comemoração, ele exibiu uma camisa com a frase: “Eu tenho uma filhinha down que é uma princesinha”, ressaltando seu envolvimento com causas sociais.
Após a partida, Romário se despediu do campo ovacionado, dando uma volta olímpica. Ele se tornou o terceiro maior artilheiro da Seleção até aquele momento, atrás apenas de Ronaldo e Pelé. Após a despedida, continuou jogando por mais três anos, defendendo clubes como Vasco e Miami FC.
Atualmente, Romário é presidente do America-RJ e se dedica à política, onde já ocupou cargos como deputado federal e senador. Ele expressou sua expectativa de que a nova geração de jogadores da Seleção recupere a fome de vencer, destacando que a entrega em campo deve ser a mesma que demonstravam em suas épocas.
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