Frederico Luz, ex-CEO do Flamengo e Corinthians, afirmou que um clube precisa de um orçamento de pelo menos R$ 300 milhões para ter boas chances de ser campeão do Brasileirão. Em uma entrevista, ele também mencionou que para evitar o rebaixamento, o valor necessário varia entre R$ 60 milhões e R$ 100 milhões. Luz destacou que os números para subir da Série B para a A mudaram com a chegada das Sociedades Anônimas do Futebol (SAFs), e que os valores que ele usava como referência, que eram de R$ 35 milhões, agora precisam ser atualizados. Ele ressaltou a importância do diretor de futebol em equilibrar os gastos com as ambições do clube, afirmando que essa função vai além de simplesmente pedir mais jogadores.
Frederico Luz, ex-CEO do Flamengo e Corinthians, destacou a importância do orçamento no futebol brasileiro em entrevista ao programa Game Changers. Ele afirmou que um clube precisa de um orçamento mínimo de R$ 300 milhões para ter uma alta probabilidade de conquistar o Campeonato Brasileiro. Luz, que agora é Managing Director de Esportes e Entretenimento da Álvarez & Marsal, enfatizou que essa quantia é essencial para quem almeja ser campeão.
O executivo também atualizou os valores necessários para evitar o rebaixamento e subir de divisão. Para não cair para a Série B, Luz sugere que os clubes devem ter entre R$ 60 milhões e R$ 100 milhões. Ele mencionou que, no passado, o valor para subir da Série B para a A era de R$ 35 milhões, mas esse número precisa ser revisado devido à chegada das Sociedades Anônimas do Futebol (SAFs).
Papel do Diretor de Futebol
Luz ressaltou que o diretor de futebol deve ter uma postura proativa para equilibrar gastos e ambições esportivas. “O diretor de futebol é responsável pelo resultado esportivo”, afirmou. Ele explicou que, embora treinadores e torcedores frequentemente peçam mais jogadores, o diretor deve negociar e manter o equilíbrio financeiro do clube.
A experiência de Luz em diversos clubes brasileiros, incluindo Flamengo e Corinthians, lhe conferiu uma visão ampla sobre a gestão esportiva. Ele acredita que a conversa entre gestores e diretores de futebol é fundamental para definir as estratégias financeiras e esportivas dos clubes.
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