A CBF analisou um lance do jogo entre Santos e Ceará, onde o Santos pediu um pênalti. O árbitro de vídeo, Paulo Renato, revisou a jogada que aconteceu no segundo tempo e decidiu que não houve falta. Ele explicou que o contato entre os jogadores foi simultâneo e que ambos tocaram na bola ao mesmo tempo. Portanto, a decisão do árbitro de campo foi mantida e não foi marcado pênalti. O Santos empatou em 0 a 0 com o Ceará, e esse resultado prolongou um jejum de vitórias de 100 dias para o time paulista.
O Santos empatou em 0 a 0 com o Ceará na oitava rodada do Campeonato Brasileiro, realizada no Allianz Parque. O resultado prolongou o jejum de vitórias do time paulista, que não vence há 100 dias.
A partida gerou polêmica devido a um possível pênalti não marcado em favor do Santos. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) divulgou a análise do VAR (árbitro de vídeo) sobre o lance envolvendo o volante Tomás Rincón e o lateral-esquerdo Matheus Bahia. O árbitro de vídeo, Paulo Renato Moreira da Silva Coelho, revisou a jogada e decidiu manter a decisão do árbitro de campo, Felipe Fernandes de Lima, que não considerou falta.
Durante a checagem, o VAR concluiu que houve “contato simultâneo no toque pela bola”. O árbitro de vídeo afirmou que, para a cabine, não havia possibilidade de pênalti, destacando que o contato com o jogador do Santos não era faltoso.
O diálogo entre os árbitros durante a análise revelou a busca por imagens que confirmassem a jogada. O VAR indicou que não havia uma imagem clara que mostrasse quem tocou a bola primeiro, reforçando a ideia de que o contato foi simultâneo.
Com esse resultado, o Santos continua enfrentando dificuldades na competição, enquanto o Ceará busca se consolidar na tabela. A situação do Santos é preocupante, com o time afundado na zona de rebaixamento e sem vitórias desde fevereiro.
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