Vitor Roque, atacante do Palmeiras, voltou ao Brasil após ter dificuldades no Barcelona e enfrentou um período sem marcar gols. Recentemente, ele se destacou ao fazer três gols em jogos seguidos, incluindo vitórias importantes contra Cerro Porteño e São Paulo. Roque mencionou que a confiança da comissão técnica e o apoio dos colegas de equipe foram fundamentais para sua recuperação. Ele também trabalha com a psicóloga do clube, que o ajuda a lidar com a pressão. Antes de marcar seu primeiro gol válido pelo Palmeiras, ele teve dois gols anulados e ficou 12 jogos sem balançar as redes. Agora, ele se sente mais confiante e feliz em ajudar o time, destacando a importância da resiliência e do apoio do grupo.
Vitor Roque, atacante do Palmeiras, voltou ao Brasil após uma passagem sem sucesso pelo Barcelona. Enfrentou dificuldades, como gols anulados e uma sequência de doze jogos sem marcar, até reencontrar sua forma. Recentemente, ele se destacou ao marcar três gols em jogos consecutivos, contribuindo para vitórias importantes sobre Cerro Porteño e São Paulo.
Após a vitória sobre o São Paulo, Roque expressou sua gratidão pela confiança da comissão técnica e pelo apoio do elenco. Ele mencionou o trabalho com a psicóloga do clube, Gisele Silva, que tem sido fundamental em sua recuperação. “Ela me ajuda bastante, tem umas técnicas que usamos”, afirmou o atacante.
A psicóloga, que atua no Palmeiras desde dois mil e nove, trabalha para que os atletas mantenham seu propósito de vida. Roque, que voltou ao Brasil por não ter espaço no Barcelona, teve um início difícil, mas agora vive um momento de resiliência. Abel Ferreira, técnico do Palmeiras, usou o jogador como exemplo de perseverança após um jogo em que ele não conseguiu marcar, mas se destacou na partida seguinte.
O ambiente no Palmeiras tem sido positivo, com a comissão técnica incentivando os jogadores a manterem a confiança. Roque, que já marcou três gols em quinze jogos pelo Verdão, superou os números da sua passagem pelo Barcelona, onde fez apenas dois gols em dezesseis partidas. O atacante reconhece que a pressão é parte do seu papel, mas se sente feliz ao ajudar a equipe.
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