A Fifa está se preparando para o Mundial de Clubes, que começará em Miami em 14 de junho, e busca garantir gramados de alta qualidade, após críticas sobre os campos da Copa América de 2024. Para isso, a Fifa firmou parcerias com universidades para um projeto que visa padronizar a grama em diferentes climas e altitudes, especialmente para a Copa do Mundo de 2026. O objetivo é que a superfície dos gramados seja consistente, evitando problemas como os que ocorreram na Copa América, onde muitos campos eram inadequados para o futebol. A pesquisa, com um orçamento de 5,5 milhões de dólares, busca criar um tipo de grama que não cause quique excessivo na bola. A Fifa espera que, com essa padronização, todos os jogadores tenham a mesma experiência em diferentes estádios, independentemente das condições climáticas.
A Fifa está se preparando para o Mundial de Clubes, que ocorrerá em Miami no dia 14 de junho. A competição terá como partida de abertura o confronto entre Inter Miami e Al Ahly. Após críticas sobre a qualidade dos gramados na Copa América de 2024, a entidade busca garantir campos de alta qualidade para este torneio e para a Copa do Mundo de 2026.
A Fifa firmou parcerias com universidades, incluindo a Universidade do Tennessee e a Universidade Estadual de Michigan, para um projeto de pesquisa que visa padronizar gramados em diferentes climas e altitudes. O investimento no projeto foi de US$ 5,5 milhões (R$ 28,3 milhões) e busca evitar problemas como os enfrentados na Copa América, onde a qualidade dos campos foi amplamente criticada.
Alan Ferguson, gerente sênior de campos da Fifa, afirmou que a experiência da Copa América ajudou a entidade a se preparar melhor para o Mundial de Clubes. Ele se mostrou otimista quanto à qualidade dos gramados, destacando que todos os estádios seguirão o padrão recomendado pela Fifa. O objetivo é garantir que a superfície dos campos seja consistente, independentemente da localização.
John Sorochan, especialista em ciência de gramados, explicou que serão 104 partidas em 16 estádios, com diferentes tipos de grama. A intenção é que os jogadores não percebam diferenças nas superfícies, independentemente da cidade em que jogam. A Fifa também busca que a grama utilizada seja uma mistura de 90% a 95% de grama natural com 5% a 10% de fibra artificial, garantindo estabilidade e menos estresse para as raízes.
Recentemente, o presidente da Fifa, Gianni Infantino, visitou a Universidade do Tennessee para acompanhar os estudos sobre gramados. Ele enfatizou a importância da qualidade dos campos para as competições, afirmando que é essencial que todos os jogadores tenham as mesmas condições em todas as cidades-sede.
Entre na conversa da comunidade