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Chileno é denunciado por racismo durante jogo da Copa Sul-Americana no Maracanã

Torcedor chileno é denunciado por racismo após gestos ofensivos em jogo no Maracanã; MP pede prisão e proibição de eventos esportivos.

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O torcedor chileno Baltazar Martín Garcés López, do Unión Española, foi denunciado por racismo após fazer gestos imitando um macaco durante um jogo contra o Fluminense no Maracanã, pela Copa Sul-Americana. Ele já havia sido preso no dia da partida. O Ministério Público do Rio de Janeiro pediu a prisão preventiva dele e a proibição de frequentar eventos esportivos por três anos. A denúncia afirma que Baltazar fez gestos ofensivos em direção aos torcedores do Fluminense, como se estivesse descascando uma banana. O caso está sendo tratado pelo Juizado do Torcedor e dos Grandes Eventos, que lida com questões relacionadas a eventos esportivos.

O torcedor chileno Baltazar Martín Garcés López, do Unión Española, foi denunciado pelo Grupo de Atuação Especializada do Desporto e Defesa do Torcedor (GAEDEST) por racismo. A denúncia ocorreu após a partida contra o Fluminense, realizada no Maracanã, na última terça-feira, onde o time carioca venceu por 2 a 0.

Baltazar já havia sido preso no dia do jogo por seguranças do estádio. O Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) solicitou a manutenção da prisão preventiva do torcedor e a proibição de frequentar eventos esportivos por três anos. A acusação afirma que ele fez gestos ofensivos, imitando um macaco e simulando o ato de descascar uma banana em direção aos torcedores rivais.

O GAEDEST destacou que, devido a essas ações, Baltazar está sujeito às sanções previstas no artigo 20, § 2º-A, da Lei nº 7.716/1989, que trata do racismo, com pena de dois a cinco anos de prisão. Este jogo foi o primeiro da campanha “Estamos Vigilantes”, lançada pelo MP-RJ, que visa a prevenção e repressão ao racismo em partidas da Copa Sul-Americana e Libertadores no Rio de Janeiro.

Promotores de Justiça do GAEDEST estarão presentes em todos os jogos nos estádios cariocas para monitorar as arquibancadas e agir em casos de atos racistas e xenofóbicos.

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