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Comissão de clubes propõe mudanças no VAR para melhorar a arbitragem no futebol brasileiro

Reunião da comissão nacional de clubes propõe mudanças no VAR, incluindo desligar áudio durante revisões e limitar tempo de análise.

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A CBF está se reorganizando após a saída do presidente Ednaldo Rodrigues, e a comissão nacional de clubes se reuniu para discutir melhorias na arbitragem, especialmente sobre o VAR. Foram feitas três propostas: a primeira sugere que o áudio entre o árbitro e o VAR seja desligado quando o árbitro estiver revisando um lance, para que ele tome sua própria decisão sem influências. A segunda proposta é que o VAR tenha um limite de dois minutos para identificar irregularidades após um gol, e o árbitro também terá mais dois minutos para revisar se necessário. A terceira sugere que faltas ou irregularidades só sejam consideradas se ocorrerem até 25 segundos antes do gol. A comissão quer entender como o chefe dos árbitros vê essas ideias e se elas podem ser aplicadas com as regras atuais do VAR.

Enquanto a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) se reorganiza após o afastamento do presidente Ednaldo Rodrigues, a comissão nacional de clubes se reúne para discutir melhorias na arbitragem. A reunião ocorre na manhã de hoje e tem como foco a implementação de três sugestões relacionadas ao uso do VAR (árbitro de vídeo).

As propostas incluem: 1. Desligar o áudio do VAR durante a revisão. A ideia é que o árbitro central interprete o lance sem influências externas, já que o diálogo atual pode levar a interpretações tendenciosas. 2. Limitar o tempo de análise de lances de gol a dois minutos. Caso irregularidades não sejam encontradas nesse período, considera-se que não são claras o suficiente para justificar a anulação do gol. 3. Considerar irregularidades apenas se ocorrerem até 25 segundos antes do gol. Essa mudança visa tornar o processo mais ágil e menos suscetível a revisões prolongadas.

A discussão também busca entender como o chefe dos árbitros, Rodrigo Martins Cintra, vê essas sugestões e se elas podem ser aplicadas dentro do protocolo atual do VAR. A comissão é composta por representantes de clubes como São Paulo, Flamengo, Fortaleza, Vasco da Gama, Internacional, Botafogo-SP, Volta Redonda, Maringá e ASA.

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