O jogo entre Fluminense e Juventude terminou empatado em 1 a 1 e teve um momento polêmico. Marcos Paulo fez uma entrada em Serna, que resultou em uma lesão no jogador do Juventude. Apesar do corte, o árbitro não marcou falta e o VAR também não revisou a decisão. Após a partida, o comentarista PC de Oliveira analisou a jogada e afirmou que Marcos Paulo deveria ter sido expulso, pois a entrada foi violenta e não acidental. O VAR, por sua vez, considerou que o lance foi um movimento natural de chute e não faltou.
O empate em 1 a 1 entre Fluminense e Juventude, realizado no Estádio Alfredo Jaconi, foi marcado por um lance controverso. O jogador colombiano Serna deixou o campo após uma entrada de Marcos Paulo, aos 21 minutos do segundo tempo, resultando em uma lesão.
Durante a transmissão, o comentarista de arbitragem PC de Oliveira analisou a jogada e afirmou que Marcos Paulo deveria ter sido expulso. O árbitro Wilton Pereira Sampaio, no entanto, não marcou falta e o VAR (árbitro de vídeo) também não revisou a decisão. Serna foi substituído por Riquelme após o incidente.
PC de Oliveira destacou que a entrada não foi acidental. Ele afirmou: “Ele chuta a bola e continua com o movimento. A responsabilidade é toda do Marcos Paulo. É para cartão vermelho.” A análise foi reforçada no programa Fechamento, onde Oliveira reiterou a necessidade de punição mais severa.
Após a partida, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) divulgou o áudio da cabine do VAR. O VAR e o árbitro consideraram o lance acidental. Thiago Duarte Peixoto, que estava no comando do VAR, afirmou: “Teve essa pancada, sim, porém é movimento natural de chute.” Wilton Pereira Sampaio também corroborou essa visão, afirmando que a disputa foi forte, mas o lance foi acidental.
O episódio gerou discussões sobre a eficácia do VAR e a interpretação das regras de jogo, especialmente em lances que resultam em lesões.
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