Gustavo Feijó, ex-vice-presidente da CBF, pode voltar a um cargo na entidade, já que Samir Xaud, candidato único à presidência, pretende indicá-lo para a direção de seleções. Feijó, que já foi vice em gestões anteriores, aguarda um convite para retornar ao cargo, enquanto seu filho é presidente da federação alagoana. Ele teve uma relação complicada com Ednaldo Rodrigues, ex-presidente da CBF, com quem foi aliado antes de se tornar rival. Feijó também foi prefeito de Boca da Mata e enfrentou problemas legais, mas teve sua inelegibilidade revertida em 2022.
Gustavo Feijó, ex-vice-presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), pode retornar à entidade. O candidato único à presidência, Samir Xaud, indicará Feijó para a direção de seleções. O dirigente, que completa 56 anos neste sábado, aguarda o convite oficial para assumir a função.
Feijó, que já foi vice em gestões anteriores, foi aliado de Ednaldo Rodrigues, mas se tornou desafeto e não conseguiu registrar chapa para concorrer em 2022. Em contato com a imprensa, ele afirmou: “Não posso falar nada até ser chamado para conversar pelo Samir e ser convidado para retornar à função.”
O ex-vice-presidente tem um histórico de sucesso na CBF, onde ajudou a classificar a seleção com antecedência em competições. Ele se relaciona bem com o atual diretor executivo de seleções, Rodrigo Caetano, e já teve boas interações com outros treinadores, como Tite.
Felipe Feijó, filho de Gustavo, é o atual presidente da Federação Alagoana de Futebol. Além de sua trajetória na CBF, Feijó foi prefeito de Boca da Mata e enfrentou processos no Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas, sendo declarado inelegível por oito anos, decisão que foi revista em 2022. Ele foi investigado por supostas fraudes em licitações e desvios de R$ 28 milhões, mas a Justiça Federal assumiu o caso após contestação de seus advogados.
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