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Renato Paiva justifica escolhas após derrota do Botafogo com time reserva

Botafogo avança na Copa do Brasil, mesmo com derrota por 1 a 0. Técnico Renato Paiva prioriza Libertadores e defende escalação reserva.

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O Botafogo avançou para as oitavas de final da Copa do Brasil, mesmo perdendo por 1 a 0 para o Capital-DF na partida de volta, após ter vencido o primeiro jogo por 4 a 0. O técnico Renato Paiva escalou um time reserva, focando na preparação para o jogo contra a Universidad do Chile pela Libertadores. Apenas um jogador titular começou a partida, o que resultou em um desempenho abaixo do esperado. Santiago Rodríguez se destacou, mas a maioria dos reservas teve dificuldades. Paiva defendeu sua escolha, explicando que muitos jogadores não estavam em boa forma e que a mudança na escalação fazia parte de um planejamento. Ele ressaltou a importância de priorizar a Libertadores e que, com a vantagem de quatro gols, era possível administrar a situação na Copa do Brasil.

O Botafogo avançou para as oitavas de final da Copa do Brasil, mesmo após perder por 1 a 0 para o Capital-DF na partida de volta, realizada no Estádio Mané Garrincha. A equipe já havia garantido a classificação com uma vitória de 4 a 0 no primeiro jogo.

O técnico Renato Paiva optou por escalar um time reserva, priorizando a preparação para o confronto da próxima terça-feira, contra a Universidad do Chile, pela Libertadores. Apenas um jogador titular iniciou a partida, o que gerou um desempenho abaixo das expectativas entre os reservas.

Santiago Rodríguez foi um dos poucos a se destacar, enquanto o restante da equipe enfrentou dificuldades em campo. Paiva, que já foi criticado por suas escolhas táticas, defendeu sua estratégia, afirmando que a decisão de poupar jogadores foi necessária. Ele explicou que muitos atletas não estavam em forma e que a mudança na escalação foi parte de um planejamento cuidadoso.

O treinador ressaltou que não gosta de fazer muitas alterações ao mesmo tempo, mas que a situação exigia. Ele enfatizou a importância de priorizar a Libertadores, considerando o desgaste físico dos jogadores. Com a vantagem de quatro gols, Paiva acreditou que era possível administrar a situação na Copa do Brasil.

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