Os sócios do Vasco aprovaram a criação de uma Sociedade de Propósito Específico (SPE) para a reforma do estádio São Januário, que completará 100 anos em 2027. A votação ocorreu em uma Assembleia Geral Extraordinária, onde 2.315 sócios votaram a favor, 670 contra e 74 se abstiveram. A SPE será responsável por gerenciar os recursos da reforma, que tem um orçamento inicial de R$ 506 milhões. O clube poderá vender o “direito de construir” no terreno do estádio, e o dinheiro arrecadado será usado exclusivamente na reforma. As obras devem começar ao fim da atual temporada, mas ainda não há uma data definida. O projeto pode aumentar a capacidade do estádio para entre 43 e 57 mil lugares, e o Vasco também busca parcerias para financiar o novo estádio.
Após dez horas de votação, os sócios do Vasco aprovaram a criação de uma Sociedade de Propósito Específico (SPE) para a reforma de São Januário. A decisão foi tomada em Assembleia Geral Extraordinária, realizada na última sexta-feira. A SPE será responsável por gerenciar os recursos destinados à reforma do estádio, que completará 100 anos em 2027.
A votação contou com a participação de três mil e cinquenta e nove sócios, dos quais dois mil trezentos e quinze votaram a favor da criação da SPE. A medida é um passo necessário para que o clube possa buscar e administrar os recursos financeiros para as obras, orçadas em aproximadamente R$ 506 milhões. A reforma é viabilizada pela lei de transferência do potencial construtivo do estádio, aprovada no ano passado.
Assim que a SPE for registrada na Junta Comercial do Estado do Rio de Janeiro, o Vasco receberá formalmente os direitos sobre o potencial construtivo do estádio. O clube poderá vender o “direito de construir” na área, com os recursos sendo utilizados exclusivamente na reforma e em projetos urbanísticos ao redor do estádio. O segundo vice-presidente geral do Vasco, Renato Brito Neto, afirmou que a obra deve começar ao fim da atual temporada, embora ainda não haja uma data oficial.
O projeto inicial, assinado pelo arquiteto Sergio Dias, prevê uma capacidade que pode variar entre quarenta e três e cinquenta e sete mil lugares. O Vasco também está em busca de parcerias com empresas externas para financiar o novo estádio. A expectativa é que, após a venda do potencial construtivo, o clube utilize inicialmente até 20% dos recursos obtidos, aumentando esse percentual conforme as etapas da obra forem cumpridas.
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