Cruzeiro e Santos desrespeitaram um boicote e participaram da eleição da CBF, onde Samir Xaud foi eleito presidente com 103 votos. Os dois clubes tinham assinado um manifesto com 21 times, prometendo não comparecer à votação em protesto pela falta de protagonismo no futebol brasileiro. Apesar de sua presença, não está claro se apoiaram Xaud, já que o representante do Cruzeiro não revelou seu voto e o Santos foi representado por outro dirigente. Na eleição, compareceram dez clubes da Série A e dez da Série B, além de 26 federações estaduais que apoiaram Xaud. Clubes como Fluminense, Flamengo, Corinthians e São Paulo mantiveram a decisão de não participar, seguindo o compromisso do manifesto. A nota dos clubes destaca a importância de democracia, transparência e representatividade no futebol, afirmando que “sem clube não tem futebol”. A eleição de Xaud continua as discussões sobre o papel dos clubes na CBF e a busca por um futebol mais justo no Brasil.
Cruzeiro e Santos desrespeitaram o boicote anunciado por 21 clubes e participaram da eleição para a presidência da CBF, realizada no último domingo, 25. O novo presidente, Samir Xaud, foi eleito com 103 votos de um total de 108 possíveis.
Os dois clubes haviam assinado um manifesto em protesto pela falta de protagonismo dos times no futebol brasileiro, comprometendo-se a não comparecer ao pleito. Apesar disso, ambos marcaram presença na votação, embora não esteja claro se apoiaram Xaud. O representante do Cruzeiro não revelou seu voto, enquanto o Santos foi representado por outro dirigente, não pelo presidente Marcelo Teixeira.
Participação dos Clubes
Na eleição, dez clubes da Série A e dez da Série B compareceram, além do apoio de 26 federações estaduais à chapa de Xaud. Clubes como Fluminense, Flamengo, Corinthians e São Paulo mantiveram sua posição de não comparecer, seguindo o compromisso firmado no manifesto.
A nota divulgada pelos clubes brasileiros enfatiza a necessidade de democracia, transparência e representatividade no futebol. O texto destaca que “sem clube não tem futebol” e que a nova gestão deve estar aberta ao diálogo para discutir mudanças no processo eleitoral e outras demandas.
A eleição de Xaud representa uma continuidade nas discussões sobre o papel dos clubes na CBF e a busca por um futebol mais justo e representativo no Brasil.
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