Um novo relatório mostra que 78% dos clubes das séries A, B e C do Campeonato Brasileiro estão em áreas que podem sofrer com eventos climáticos severos, como enchentes e incêndios florestais, nos próximos 25 anos. O estudo, feito pelo movimento Terra FC e pela consultoria ambiental ERM, foi divulgado após enchentes que afetaram o Rio Grande do Sul, onde muitos jogos foram adiados ou transferidos para outros estádios. O relatório alerta que as inundações são a maior ameaça para os clubes nesse período.
O relatório “O maior adversário do futebol – Impacto em série” foi divulgado na sexta-feira (30) pelo movimento global Terra FC e pela consultoria ambiental ERM (Environmental Resources Management). O estudo aponta que 78% dos clubes das séries A, B e C do Campeonato Brasileiro estão localizados em áreas vulneráveis a eventos climáticos severos nos próximos 25 anos.
As inundações e incêndios florestais são identificados como as principais ameaças. O relatório é publicado pouco mais de um ano após as enchentes que devastaram o Rio Grande do Sul, resultando em adiamentos de jogos e relocação de partidas para estádios distantes das torcidas.
O impacto das mudanças climáticas no esporte é crescente, e as equipes do estado enfrentaram dificuldades significativas. O estudo destaca que inundações são o principal risco para os clubes, seguidas por incêndios florestais, o que pode comprometer a realização de competições e a infraestrutura esportiva.
As informações do relatório revelam a urgência de ações para mitigar os efeitos das mudanças climáticas no futebol brasileiro. A situação exige atenção das autoridades e dos clubes para garantir a continuidade das atividades esportivas em um cenário de crescente vulnerabilidade climática.
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