O conceito de naming rights, que começou nos Estados Unidos na década de 1970, chegou ao Brasil em 2005 com o Athletico-PR, que nomeou sua arena de Kyocera Arena. Hoje, 11 estádios brasileiros têm acordos desse tipo, incluindo o Allianz Parque e a Neo Química Arena. O Athletico-PR recentemente firmou um novo contrato com a Ligga Telecom, que renomeou sua arena para Ligga Arena, com um valor de R$ 13,3 milhões por ano por 15 anos, mas houve um impasse nas negociações. O Flamengo também planeja vender os naming rights de seu futuro estádio, que deve ser inaugurado em 2028. O modelo de naming rights se expandiu com a modernização dos estádios, que agora oferecem mais experiências aos torcedores, como restaurantes e shows. A Casa de Apostas é a única empresa com contratos em mais de um estádio no Brasil.
O conceito de naming rights no Brasil começou em 2005, quando o Athletico-PR, então Atlético-PR, nomeou sua arena como Kyocera Arena. Desde então, o modelo se expandiu e atualmente, onze estádios brasileiros possuem acordos desse tipo.
O Athletico-PR recentemente firmou um contrato de quinze anos com a Ligga Telecom, que rebatizou a arena para Ligga Arena. O valor do contrato é de aproximadamente R$ 13,3 milhões por temporada. No entanto, há um impasse nas negociações, levando o clube a suspender o uso do nome comercial do estádio.
Entre os estádios com naming rights, destacam-se: Allianz Parque (Palmeiras), Neo Química Arena (Corinthians), Arena MRV (Atlético-MG), Morumbi (São Paulo), Vila Viva Sorte (Santos) e Casa de Apostas Arena Fonte Nova (Bahia). A modernização das arenas contribuiu para a popularização desse modelo, que também é visto como uma importante fonte de receita para os clubes.
O Flamengo planeja vender os naming rights de seu futuro estádio, que deve ser inaugurado em 2028. A nova arena terá capacidade para oitenta mil pessoas e um investimento estimado entre R$ 1,5 bilhão e R$ 2 bilhões.
Os contratos de naming rights variam em valores, com destaque para o Mercado Livre Arena Pacaembu, que fechou um acordo de R$ 1 bilhão por trinta anos, resultando em R$ 33,3 milhões anuais. A tendência é que mais clubes explorem essa oportunidade, ampliando as receitas e modernizando a experiência dos torcedores.
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