Julio Casares, presidente do São Paulo, falou sobre a possibilidade de sua ex-mulher, Mara Casares, assumir a presidência do clube. Ele expressou preocupação com a resistência interna à ideia de transformar o São Paulo em uma Sociedade Anônima do Futebol (SAF). Casares acredita que, se Mara for eleita, enfrentará críticas por ser sua ex-esposa. Ele prefere que ela continue trabalhando na área social do clube. Casares também comentou que, apesar de ter aumentado a dívida do clube, espera que ela seja quitada até 2030 e que o São Paulo se torne mais competitivo, especialmente em 2027 e 2028. Ele mencionou negociações com o magnata grego Evangelos Marinakis para investimentos na base do clube, destacando a importância de parcerias empresariais para o futuro do São Paulo. Além disso, Casares quer mudar a lei que proíbe a venda de bebidas alcoólicas nos estádios, argumentando que isso poderia gerar mais receita para o clube.
Julio Casares, presidente do São Paulo Futebol Clube, comentou sobre a possibilidade de sua ex-mulher, Mara Casares, sucedê-lo na presidência. Em entrevista ao Canal UOL, ele expressou preocupação com a resistência interna à transformação do clube em Sociedade Anônima do Futebol (SAF). Casares acredita que, se eleita, Mara enfrentaria questionamentos por ser sua ex-esposa e mulher. Ele preferiu que ela continuasse atuando na área social do clube.
O presidente destacou que ainda é cedo para discutir sucessão, mas deseja que o próximo dirigente mantenha o trabalho realizado até agora. Ele ressaltou que o São Paulo passou por um período difícil, com um time desmotivado e sem receitas. Desde sua gestão, o clube conquistou títulos importantes, como o Campeonato Paulista e a Copa do Brasil, e Casares acredita que a dívida atual será quitada até 2030.
Casares também abordou a necessidade de um modelo empresarial para o clube. Ele afirmou que a SAF não é uma solução mágica, mas uma tendência necessária para que o São Paulo não fique para trás em relação a outros clubes. O presidente mencionou negociações com o magnata grego Evangelos Marinakis, que pretende investir nas categorias de base do clube em Cotia.
Ele enfatizou que o São Paulo precisa de parcerias empresariais para se manter competitivo. Casares também criticou a legislação que proíbe a venda de bebidas alcoólicas nos estádios, defendendo que essa prática poderia gerar receita para o clube. O presidente se mostrou otimista quanto ao futuro do São Paulo, prevendo que, em 2027 e 2028, o clube começará a competir por jogadores importantes no mercado.
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