Carlo Ancelotti, técnico da seleção brasileira, teve uma estreia inusitada na Copa do Mundo, onde mascou nove chicletes durante o empate em 0 a 0 contra o Equador, na noite de quinta-feira, cinco de junho. O levantamento da TV Globo revelou que Ancelotti consumiu seis chicletes no primeiro tempo e três no segundo, o que […]
Carlo Ancelotti, técnico da seleção brasileira, teve uma estreia inusitada na Copa do Mundo, onde mascou nove chicletes durante o empate em 0 a 0 contra o Equador, na noite de quinta-feira, cinco de junho. O levantamento da TV Globo revelou que Ancelotti consumiu seis chicletes no primeiro tempo e três no segundo, o que gerou discussões sobre possíveis oportunidades de marketing.
O hábito de mascar chicletes começou para Ancelotti após a proibição de fumar à beira do campo, imposta pela FIFA em 2002. Desde então, ele adotou essa prática para controlar a ansiedade durante os jogos. Embora nunca tenha revelado sua marca favorita, jornais espanhóis mencionam o Big League Chew Bubble Gum e o Mentos como os mais prováveis.
Especialistas em marketing esportivo veem a situação como uma oportunidade para marcas de chicletes. Ivan Martinho, professor da ESPM, destacou que o comportamento de Ancelotti pode ser um convite para que empresas contratem o técnico como garoto-propaganda. “O esporte entrega espontaneidade e verdade, isso vale ouro pra quem sabe enxergar”, afirmou.
Renê Salviano, CEO da Heatmap, também comentou sobre a importância de as empresas estarem atentas ao que acontece no universo do entretenimento. Ele ressaltou que saber “surfar” no engajamento que os esportes proporcionam pode resultar em ações pontuais e patrocínios valiosos.
Entre na conversa da comunidade