John Textor, dono do Botafogo e do Lyon, e Nasser Al-Khelaifi, presidente do PSG, têm uma rivalidade forte, especialmente sobre os direitos de transmissão da Ligue 1. A disputa começou quando Al-Khelaifi fechou um contrato de 700 milhões de euros, que ficou abaixo da expectativa de 1,1 bilhão. Em uma reunião em julho de 2024, Textor chamou Al-Khelaifi de “tirano” e criticou a falta de envolvimento de outros clubes nas negociações. As provocações entre eles não são novas, com Textor fazendo montagens e afirmando que não negociaria jogadores do Lyon com o PSG. A rivalidade aumentou em fevereiro, quando Textor apareceu em um evento com um chapéu de caubói. No entanto, em maio, houve uma trégua quando Al-Khelaifi convidou Textor para um evento da Liga dos Campeões, e Textor disse que deixaria as provocações de lado, torcendo pela França. Apesar disso, a disputa por direitos de transmissão continua a ser um ponto de tensão entre os dois.
Adversários na Copa do Mundo de Clubes, Botafogo e PSG também travam uma intensa rivalidade fora de campo, impulsionada por seus dirigentes. John Textor, proprietário do Botafogo e do Lyon, e Nasser Al-Khelaifi, presidente do PSG, têm se desentendido publicamente sobre os direitos de transmissão da Ligue 1.
A disputa começou quando as empresas de Al-Khelaifi, incluindo o BeIN Media Group, assinaram um contrato de 700 milhões de euros para os direitos de transmissão, valor abaixo da meta de 1,1 bilhão de euros. Em uma reunião em julho de 2024, Textor criticou a falta de participação de outros clubes nas negociações, chamando Al-Khelaifi de “tirano”. O presidente do PSG respondeu de forma contundente, desqualificando Textor.
As provocações entre os dois não são novas. Em dezembro, Textor postou uma montagem em que segurava a taça da Libertadores, insinuando que Al-Khelaifi não entende de futebol. Em janeiro, o americano afirmou que não negociaria jogadores do Lyon com o PSG, evidenciando a deterioração da relação entre eles.
Tensão e Trégua
A rivalidade ganhou novos contornos em fevereiro, quando Textor apareceu em um evento com um chapéu de caubói, intensificando as provocações. O especialista em marketing esportivo, Gianluca Pesapane, observa que Textor busca liderar os acordos comerciais da liga, acreditando que os dirigentes franceses não compreendem o mercado.
Apesar da tensão, em maio houve uma trégua inesperada. Al-Khelaifi convidou Textor para assistir à semifinal da Liga dos Campeões no camarote do PSG. Textor compartilhou nas redes sociais que deixaria de lado as provocações, afirmando que torceria pela França naquela noite. A rivalidade, embora intensa, parece ter encontrado um momento de pausa, mas a disputa por direitos de transmissão continua a ser um ponto crítico entre os dois dirigentes.
Entre na conversa da comunidade