Os torcedores argentinos estavam animados para ver Boca Juniors e River Plate no Mundial de Clubes, especialmente com a cotação do dólar favorável para viagens. No entanto, ambos os times foram eliminados cedo. O Boca empatou em 1 a 1 com o Auckland City, enquanto o River perdeu para a Inter de Milão por 2 a 0. Essa eliminação gerou muitas críticas, especialmente ao Boca, que teve sua performance comparada a um time amador. O técnico do Boca, Miguel Ángel Russo, reconheceu que a equipe deixou uma “imagem ruim”. O River, embora menos criticado, também deixou os torcedores insatisfeitos, e o treinador Marcelo Gallardo pediu uma avaliação profunda do time. A imprensa argentina destacou a diferença entre os clubes locais e os brasileiros que ainda estão na competição. As críticas também atingiram a gestão do Boca, liderada por Juan Román Riquelme, com o ex-presidente Mauricio Macri responsabilizando-o pela situação. Para alguns torcedores, a eliminação afetou não só o orgulho esportivo, mas também os negócios locais. Apesar da decepção, os torcedores do Boca receberam a notícia de que Leandro Paredes pode voltar ao clube. A derrota do River foi vista como um “tapa na cara”, mas a derrota para um time europeu amenizou as críticas. O presidente Javier Milei usou a situação para reforçar sua proposta de transformar os clubes em sociedades anônimas, destacando o “fracasso” dos times argentinos no torneio.
Os torcedores argentinos viviam a expectativa de ver Boca Juniors e River Plate avançarem no Mundial de Clubes, especialmente com a cotação favorável do dólar. No entanto, a realidade se mostrou decepcionante. O Boca Juniors empatou em 1 a 1 com o Auckland City, enquanto o River Plate foi derrotado pela Inter de Milão por 2 a 0.
A eliminação precoce dos dois gigantes do futebol argentino gerou uma onda de críticas. O Boca, que contava com cerca de 50 mil torcedores na competição, viu sua performance ser comparada à de um time amador. O jornal Olé destacou que a equipe não aprendeu com os erros do passado, enquanto o diário AS chamou a situação de “desastre mundial”. O técnico Miguel Ángel Russo admitiu que a equipe deixou uma “imagem ruim” no torneio.
A situação do River Plate também não foi melhor. A derrota para a Inter de Milão, embora menos criticada, deixou os torcedores insatisfeitos. O treinador Marcelo Gallardo reconheceu a necessidade de uma avaliação profunda para melhorar o desempenho da equipe. A imprensa argentina comparou a trajetória dos clubes locais com a dos times brasileiros que ainda seguem na competição, ressaltando a superioridade dos rivais.
As críticas também se voltaram para a gestão do Boca, liderada pelo ex-jogador Juan Román Riquelme. O ex-presidente da Argentina, Mauricio Macri, responsabilizou Riquelme pela situação atual do clube. Para muitos torcedores, a eliminação precoce impactou não apenas o orgulho esportivo, mas também os negócios locais, como relatou um proprietário de bar em Buenos Aires.
Apesar do desencanto, os torcedores do Boca receberam uma boa notícia: a volta do meio-campista Leandro Paredes está próxima de ser confirmada. A eliminação do River, por sua vez, foi um “tapa na cara”, segundo o Olé, mas a derrota para um time europeu amenizou as críticas. O presidente Javier Milei aproveitou a situação para reforçar sua proposta de transformar os clubes em sociedades anônimas, destacando o “fracasso” dos times argentinos no torneio.
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