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Crystal Palace recorre à Corte Arbitral do Esporte por queda na Liga Europa

Crystal Palace contesta exclusão da Liga Europa e busca reverter decisão da UEFA na Corte Arbitral do Esporte até agosto de 2025.

Foto: Reprodução/The Athletic UK
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  • O Crystal Palace recorreu à Corte Arbitral do Esporte (CAS) após ser excluído da Liga Europa pela UEFA.
  • A exclusão ocorreu devido a uma suposta violação das regras de propriedade de múltiplos clubes, já que o proprietário John Textor também controla o Lyon.
  • O clube londrino busca ser readmitido na competição e argumenta que deveria substituir o Lyon, que ocupa a vaga reivindicada.
  • A decisão do CAS será divulgada até 11 de agosto de 2025.
  • O presidente do Crystal Palace, Steve Parish, criticou a decisão da UEFA, chamando-a de “terrível injustiça”.

O Crystal Palace recorreu à Corte Arbitral do Esporte (CAS) após ser excluído da Liga Europa pela UEFA. A decisão foi motivada por uma suposta violação das regras de propriedade de múltiplos clubes, já que o proprietário do Palace, John Textor, também controla o Lyon. A expectativa é que o veredicto do CAS seja divulgado até 11 de agosto de 2025.

O clube londrino, que garantiu sua vaga na Liga Europa ao vencer a Copa da Inglaterra na temporada passada, argumenta que deveria ser readmitido na competição. O Nottingham Forest, que o substituiu, não teria o mesmo direito, segundo a defesa do Palace. O Lyon, que terminou em sexto lugar na Ligue 1, ocupa a vaga que o Palace reivindica.

Steve Parish, presidente do Crystal Palace, descreveu a decisão da UEFA como uma “terrível injustiça”, afirmando que o clube foi excluído por uma “ridícula tecnicalidade”. Textor, que também possui participação no Botafogo, afirmou que não exerce influência nas decisões do Palace. A Eagle Football Group, sua holding, detém 77% do Lyon e, recentemente, Textor vendeu 43% do Palace para Woody Johnson, proprietário do New York Jets.

A situação gerou protestos entre os torcedores, que se manifestaram contra a UEFA. O caso do Crystal Palace levanta questões sobre a aplicação das regras de propriedade de múltiplos clubes, especialmente após a UEFA ter permitido que outras duplas de clubes, como Manchester City e Girona, competissem juntas após reestruturações.

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