- Digão, ex-zagueiro do Fluminense, anunciou sua aposentadoria e agora é gerente de futebol do Bangu.
- Ele busca levar o clube de volta à Série A do Campeonato Carioca.
- A final do Campeonato Carioca A2 contra o São Gonçalo será nesta quarta-feira, às 19h, no Estádio Moça Bonita.
- Digão realizou cursos de gestão esportiva na Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e na Fundação Getulio Vargas (FGV) para se preparar para a nova função.
- Ele destaca a importância de oferecer suporte emocional aos jogadores, especialmente em situações delicadas.
Digão, ex-zagueiro do Fluminense, anunciou sua aposentadoria e inicia nova fase como gerente de futebol do Bangu. O ex-atleta, que teve uma carreira repleta de conquistas, agora se dedica a levar o clube de volta à Série A do Campeonato Carioca. A final do Carioca A2 contra o São Gonçalo acontece nesta quarta-feira, às 19h, no Estádio Moça Bonita.
Após três anos sem atuar, Digão oficializou sua aposentadoria e se preparou para a nova função. Ele realizou cursos de gestão esportiva na CBF e na FGV, buscando se capacitar para o desafio. O objetivo é garantir que o Bangu retorne à elite do futebol carioca, um feito que ele considera crucial para a história do clube.
O ex-jogador, que defendeu o Fluminense em 183 partidas, também recorda sua trajetória na Copa Sul-Americana de 2009. Naquela edição, o Fluminense chegou à final, mas Digão não pôde participar da decisão devido a uma lesão. Ele relembra a importância daquela campanha, que ajudou o time a escapar do rebaixamento. A vitória por 3 a 2 sobre o Cruzeiro, em que ele teve papel decisivo, é uma das lembranças mais marcantes de sua carreira.
Além de sua experiência em clubes brasileiros, Digão também atuou no exterior, incluindo passagens pelo Al-Hilal e Buriram United. Essa vivência internacional contribuiu para sua formação como gestor. Ele destaca a influência de profissionais como Paulo Angioni e Rodrigo Caetano em sua decisão de seguir a carreira na gestão esportiva.
A nova função de Digão no Bangu traz desafios emocionais e administrativos. Ele relata a complexidade de lidar com situações delicadas, como a perda de um filho por um atleta do clube. Para ele, a gestão é um papel que exige mais do que apenas conhecimento técnico, sendo fundamental a habilidade de mediar relações e oferecer suporte emocional aos jogadores.
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