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Pedrinho, presidente do Vasco, depõe sobre denúncias de plano de sequestro

Pedrinho, presidente do Vasco, reforça segurança após denúncias de sequestro e confia na investigação que envolve milicianos e funcionário do clube

Pedrinho, presidente do Vasco (Foto: Dikran Sahagian/Vasco)
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  • O presidente do Vasco, Pedrinho, prestou depoimento na Delegacia Antissequestro do Rio de Janeiro, em resposta a denúncias de planos de sequestro.
  • Ele expressou preocupação com a segurança de sua família, mas demonstrou confiança na investigação que envolve milicianos e um funcionário do clube.
  • Pedrinho afirmou que a denúncia teve um impacto forte e que a orientação da Delegacia foi para reforçar sua segurança.
  • O esquema de segurança foi intensificado em sua rotina e durante os jogos do Vasco.
  • Ele espera que a investigação avance rapidamente para que possa retomar sua vida normalmente.

O presidente do Vasco, Pedrinho, prestou depoimento na Delegacia Antissequestro (DAS) do Rio de Janeiro, nesta quinta-feira, em resposta a denúncias de planos de sequestro que surgiram no dia 6. Ele expressou preocupação com a segurança de sua família, mas demonstrou confiança na investigação, que envolve possíveis milicianos e um funcionário do clube.

Em entrevista à TV Globo, Pedrinho afirmou que a denúncia teve um impacto forte, mas que a orientação da DAS foi para reforçar sua segurança e abrir uma investigação. “Eu confio muito na justiça, eu confio na polícia”, declarou. O presidente ressaltou que a situação é preocupante, especialmente se for um problema social ou político relacionado ao futebol.

Nos últimos dias, o esquema de segurança de Pedrinho foi intensificado, tanto em sua rotina quanto durante os jogos do Vasco. De acordo com informações do blog Segredos do Crime, a primeira denúncia indicava que milicianos de Bangu, vestidos de terno, planejavam invadir o campo de São Januário para sequestrá-lo, com a ajuda de um funcionário da segurança do clube.

“Me incomoda porque, se for direcionado para uma questão esportiva, a gente entra para fazer o melhor e nem sempre o melhor acontece”, comentou Pedrinho, enfatizando a gravidade da situação. Ele espera que a investigação avance rapidamente para que possa retomar sua vida normalmente.

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