- A Polícia Civil de São Paulo identificou Gabriel de Oliveira Vieira como um dos responsáveis pelo ataque ao Centro de Treinamento (CT) do Palmeiras, ocorrido na madrugada de 10 de agosto.
- O ataque, motivado pela eliminação do Palmeiras na Copa do Brasil, envolveu o uso de bombas e rojões.
- Gabriel, ex-membro da torcida organizada Mancha Alviverde, foi indiciado por dano, tumulto e colocação de pessoas em perigo, mas responderá em liberdade.
- O delegado Rodrigo Correa Baptista informou que Gabriel confirmou a participação no ataque com outros quatro torcedores, cujos nomes não foram divulgados.
- A presidente do Palmeiras, Leila Pereira, classificou o ato como “atentado terrorista” e afirmou que o clube buscará a punição rigorosa dos responsáveis.
A Polícia Civil de São Paulo identificou Gabriel de Oliveira Vieira como um dos responsáveis pelo ataque ao CT do Palmeiras, ocorrido na madrugada do último domingo (10). O incidente envolveu o uso de bombas e rojões e foi motivado pela eliminação do clube nas oitavas de final da Copa do Brasil, após derrotas para o Corinthians.
Gabriel, ex-membro da torcida organizada Mancha Alviverde, foi indiciado por dano, tumulto e colocação de pessoas em perigo. Ele responderá em liberdade, já que não houve flagrante no momento do ataque. O veículo utilizado por ele foi apreendido, e imagens de câmeras de segurança registraram o ataque e a fuga do grupo.
O delegado Rodrigo Correa Baptista, da Delegacia de Repressão aos Delitos de Intolerância Esportiva (Drade), informou que Gabriel confirmou a participação no ataque junto a outros quatro torcedores, cujos nomes não foram divulgados. Apesar da gravidade do ato, não houve feridos, embora jogadores e funcionários do clube estivessem presentes no local.
A presidente do Palmeiras, Leila Pereira, classificou o ataque como um “atentado terrorista” e afirmou que o clube não se intimidará diante da violência. Em uma nota publicada em seu Instagram, ela destacou que o Palmeiras buscará a punição rigorosa dos responsáveis.
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