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Publicidade da RD Congo é lançada durante sessão do Barcelona

Acordo de patrocínio do FC Barcelona com a República Democrática do Congo gera críticas e protestos devido à situação socioeconômica do país

Foto: Reprodução
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  • O FC Barcelona anunciou um acordo de patrocínio com a República Democrática do Congo, no valor de 11 milhões de euros anuais por quatro anos, totalizando 44 milhões de euros.
  • A publicidade do Congo já está presente nas camisetas de treinamento dos jogadores, com o lema “RD Congo – Coeur de Afrique”.
  • O acordo é considerado importante para o clube, pois ajuda a liberar espaço salarial para novas contratações.
  • O ministro sueco para Cooperação e Desenvolvimento, Benjamin Dousa, criticou o uso de recursos, afirmando que a ajuda ao Congo deve ser direcionada a necessidades básicas.
  • O movimento de oposição ao regime congoleño, conhecido como Lucha, organizou protestos em Kinshasa contra o patrocínio, destacando a pobreza no país, onde 73% da população vive nessa condição.

O FC Barcelona firmou um acordo de patrocínio com a República Democrática do Congo, que garante 11 milhões de euros anuais por quatro anos, totalizando 44 milhões de euros. O anúncio foi feito em 30 de julho e já está refletido nas camisetas de treinamento dos jogadores, que exibem o lema “RD Congo – Coeur de Afrique”.

A parceria é vista como crucial para o clube, pois ajudou a liberar espaço salarial para as contratações de novos jogadores, como Joan García e Marcus Rashford. A publicidade do Congo também está presente nas camisetas de outras seções profissionais do Barcelona.

Entretanto, o acordo gerou controvérsias. Benjamin Dousa, ministro sueco para Cooperação e Desenvolvimento, criticou a alocação de recursos, afirmando que a ajuda ao Congo deve ser direcionada a necessidades básicas, como alimentos e vacinas. Ele destacou que nenhum centavo da ajuda sueca deveria ser utilizado para um acordo com o Barcelona.

Além disso, o movimento de oposição ao regime congoleño, conhecido como Lucha, organizou protestos em Kinshasa, em frente ao Ministério de Esportes, manifestando sua desaprovação ao patrocínio. As críticas refletem a preocupação com a situação socioeconômica do país, onde 73% da população vive na pobreza.

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