- O ex-segurança do Vasco da Gama, conhecido como Betinho, foi afastado após agredir um torcedor em Brasília em maio.
- Ele processa o clube na Justiça do Trabalho, reivindicando cerca de R$ 780 mil por assédio moral, horas extras não pagas e falta de vínculo empregatício.
- Betinho alega ter acumulado funções, atuando na segurança do elenco e lidando com torcidas organizadas, o que lhe causou problemas de saúde, como crises de ansiedade e insônia.
- O processo destaca a ausência de verbas rescisórias e a falta de reconhecimento formal do vínculo empregatício.
- A situação gera repercussão negativa para o Vasco, que já enfrenta críticas pela conduta de seus funcionários.
O ex-segurança do Vasco da Gama, conhecido como Betinho, foi afastado após agredir um torcedor durante uma viagem a Brasília em maio. Agora, ele processa o clube na Justiça do Trabalho, reivindicando cerca de R$ 780 mil por assédio moral, horas extras não pagas e falta de vínculo empregatício.
Betinho alega que acumulou funções, atuando na segurança do elenco durante as viagens e no Centro de Treinamentos do clube. Ele também relata que lidava com torcidas organizadas, o que resultou em problemas de saúde, como crises de ansiedade, insônia e dores no tornozelo. O ex-funcionário afirma que essa pressão constante afetou sua saúde física e mental.
O processo destaca a ausência de verbas rescisórias e a falta de reconhecimento formal do vínculo empregatício. Betinho busca reparação por ter trabalhado em condições que, segundo ele, foram prejudiciais à sua saúde. A situação gerou repercussão negativa para o Vasco, que já enfrentava críticas pela conduta de seus funcionários.
O desdobramento desse caso pode impactar não apenas a imagem do clube, mas também a forma como questões trabalhistas são tratadas no ambiente esportivo. A expectativa é que o processo avance e que novas informações surjam nos próximos meses.
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