- Gayton McKenzie, Ministro dos Esportes, Artes e Cultura da África do Sul, está sendo investigado pela Comissão Sul-Africana de Direitos Humanos.
- A investigação se deve a postagens antigas em mídias sociais que contêm insultos raciais, incluindo o termo “kaffir”.
- A comissão pediu que McKenzie exclua as postagens ofensivas e emita um pedido público de desculpas, com prazo encerrado em 20 de agosto.
- O ministro alegou que suas palavras foram distorcidas e se descreveu como parte da comunidade negra, mencionando sua ascendência mista.
- McKenzie expressou arrependimento pelas postagens, mas defendeu sua identidade em um vídeo ao vivo nas redes sociais.
O Ministro dos Esportes, Artes e Cultura da África do Sul, Gayton McKenzie, está sob investigação da Comissão Sul-Africana de Direitos Humanos devido a postagens antigas em mídias sociais que contêm insultos raciais. As publicações, que datam de mais de uma década, incluem o uso do termo “kaffir”, um insulto racial pejorativo associado ao racismo e ao Apartheid no país.
A comissão exige que McKenzie exclua as postagens ofensivas e emita um pedido público de desculpas. O prazo para sua resposta se encerrou na quarta-feira, 20. Em defesa, o ministro alegou que suas palavras foram distorcidas como parte de uma campanha de difamação política. Ele se descreveu como parte da comunidade negra, ressaltando sua ascendência mista, com pai japonês e irlandês e mãe da comunidade Sotho.
McKenzie afirmou que se arrepende das postagens, mas também se posicionou em um vídeo ao vivo em sua página do Facebook, defendendo sua identidade e a inclusão de sua experiência nas discussões sobre raça. A situação destaca as tensões raciais persistentes na África do Sul e a responsabilidade dos líderes em abordar questões de discriminação.
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