- A Eagle Holdings protocolou um requerimento de arbitragem na Câmara da Fundação Getulio Vargas para resolver a disputa com John Textor sobre a Sociedade Anônima do Futebol do Botafogo.
- O grupo busca anular a Assembleia Geral Extraordinária que transferiu direitos da SAF para uma nova empresa nas Ilhas Cayman.
- A arbitragem foi escolhida após a Eagle não conseguir uma liminar judicial para anular os atos de Textor.
- As negociações entre as partes continuam, mas ainda não há consenso sobre a liderança da SAF.
- A Eagle também pediu à Justiça do Rio a extinção de um processo de cobrança de R$ 152 milhões, alegando que já quitou a dívida.
A Eagle Holdings protocolou, nesta terça-feira, um requerimento de arbitragem na Câmara da Fundação Getulio Vargas, visando resolver a disputa societária com o empresário John Textor sobre a Sociedade Anônima do Futebol (SAF) do Botafogo. O grupo busca a nulidade da Assembleia Geral Extraordinária que transferiu direitos da SAF para uma nova empresa nas Ilhas Cayman.
A arbitragem é uma alternativa que a Eagle encontrou após não conseguir uma liminar judicial para anular os atos de Textor. O processo arbitral pode ser demorado, pois cada parte deve indicar um árbitro, que, por sua vez, escolherá um terceiro para presidir a mediação. Enquanto isso, as negociações entre as partes continuam, mas ainda não há um consenso sobre a liderança da SAF.
Recentemente, a Eagle também solicitou à Justiça do Rio a extinção de um processo de cobrança de R$ 152 milhões relacionado a empréstimos da SAF. A holding alega que já quitou a dívida e acusa Textor de criar uma “confusão contábil” para manter o controle da operação. O desdobramento dessas ações pode impactar significativamente a estrutura de controle do Botafogo e as futuras negociações envolvendo a SAF.
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